Jenson Button acredita que Max Verstappen está a esconder uma grande frustração dentro da Red Bull Racing. O campeão do mundo de Fórmula 1 em 2009 afirma que o piloto neerlandês coloca uma cara feliz, mas em privacidade sente-se bastante descontente com a situação na equipa austríaca.
Verstappen tem enfrentado problemas com o RB22, um monolugar pouco competitivo que tem colocado em risco a sua segurança, nomeadamente devido a falhas na asa traseira. Esta conjuntura é agravada pela saída de várias figuras chave do plantel da Red Bull, incluindo o engenheiro-chefe Paul Monaghan, que se dirige para a Cadillac, com o anúncio oficial ainda por acontecer. Além dele, Christian Horner, Helmut Marko e Gianpiero Lambiase também sairão após o término do respetivo contrato, deixando poucas das pessoas com quem Verstappen construiu os seus títulos e vitórias.
Button realçou estes aspetos numa entrevista ao programa The F1 Show da Sky Sports: “Parece-me que o Max está realmente frustrado neste momento na Red Bull. Ele coloca uma cara feliz na maior parte do tempo, mas acredito que está muito irritado com a situação. Muitas das pessoas com quem trabalhou durante anos e com quem conquistou campeonatos já partiram para outros destinos.” O britânico continuou, sublinhando o impacto emocional para o piloto: “Deve ser uma sensação estranha, até um pouco solitária para ele dentro da equipa. Está rodeado de caras novas, por isso creio que vai estar a olhar para outras opções para o próximo ano.”
Quanto ao futuro de Verstappen, e face às recentes ligações ao plantel da McLaren, Button tem uma sugestão diferente. Para o antigo campeão do mundo, a melhor solução seria a Mercedes: “Se fosse a sua gestão, a equipa onde queria colocá-lo era a Mercedes, claro, ao lado do Lewis Hamilton ou do George Russell, consoante quem decidissem afastar. É necessário ser implacável e egoísta na posição dele, porque já está numa fase avançada da carreira.”
Estas declarações surgem num momento de grande instabilidade na Red Bull Racing, com a saída massiva de elementos do plantel e a falta de competitividade do monolugar, que podem influenciar decisivamente o futuro do piloto neerlandês e o equilíbrio de forças no campeonato.
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