Lewis Hamilton ganha novo nome em rádio de equipa não transmitida

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No rescaldo do Grande Prémio do Canadá, um momento descontraído e inesperado captou a atenção dos fãs de Fórmula 1: Fred Vasseur, diretor da Ferrari, apelidou Lewis Hamilton de “Luigi” durante uma comunicação por rádio não transmitida ao vivo. Esta alcunha, que rapidamente se tornou viral nas redes sociais, revela uma faceta mais leve da relação entre o piloto britânico e a sua equipa, adicionando cor à temporada de 2026 da Fórmula 1.

Hamilton, que garantiu em Montreal o seu melhor resultado ao serviço da Ferrari, terminando na segunda posição atrás do vencedor Kimi Antonelli, soma assim o segundo pódio da temporada — igualando o seu companheiro de equipa Charles Leclerc, que subiu ao pódio na Austrália e no Japão. A comunicação inusitada de Vasseur após a bandeira de xadrez, em que lhe disse “Bom trabalho, Luigi”, provocou uma gargalhada contagiante do responsável francês quando questionado sobre a origem do apelido.

“Não sei ao certo. Em Itália costumavam chamar-me ‘Luigi’ quando eu era miúdo”, explicou Hamilton após a corrida, demonstrando uma boa disposição contagiante. Esta revelação oferece um olhar mais humano sobre o piloto de 41 anos, que continua a encantar os adeptos com a sua paixão e determinação.

Além do momento divertido, Hamilton deixou uma mensagem clara sobre o seu futuro na Fórmula 1. Na conferência de imprensa da FIA no Circuito Gilles Villeneuve, o antigo campeão mundial afirmou que pretende continuar a competir “por algum tempo”, desafiando aqueles que já lhe apontam uma retirada iminente. “Há muita gente a tentar que eu me reforme, mas isso não está sequer nos meus pensamentos. Já estou a planear os próximos cinco anos e ainda tenho contrato, portanto tudo está muito claro para mim”, afirmou com confiança.

Apesar de ainda não ter vencido desde o Grande Prémio da Bélgica em 2024, Hamilton mantém-se numa luta acesa com Leclerc, estando apenas três pontos atrás do colega de equipa antes do arranque do próximo Grande Prémio de Mónaco. A Ferrari, com o seu SF-26, surge como uma das principais candidatas à vitória nas ruas do principado, graças às características aerodinâmicas e ao desempenho equilibrado do carro, apesar das dificuldades evidenciadas na velocidade em linha reta noutras provas.

Recorde-se que Hamilton já conquistou por três vezes a vitória em Mónaco (2008, 2016 e 2019), enquanto Leclerc brilhou em casa com um triunfo dominante em 2024, tornando o duelo interno da Ferrari numa das histórias mais cativantes da época.

Com a temporada a avançar e o próximo desafio em Mónaco à porta, o ambiente na Ferrari mistura agora a seriedade da competição com momentos de descontração e camaradagem, simbolizados pelo inédito “Luigi”. Resta saber se este espírito positivo se traduzirá em mais pódios e vitórias para a Scuderia nas próximas provas.

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