Verstappen pode sair da Red Bull após acidente no GP da grã-bretanha

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A saída dramática de Max Verstappen da corrida de Silverstone voltou a lançar dúvidas sobre o futuro do piloto na Red Bull, depois de um Grande Prémio da Grã-Bretanha marcado pela polémica e incidentes inesperados. O neerlandês, tetracampeão mundial de Fórmula 1, estava em posição de lutar pelo pódio até à volta 48 das 52 previstas, altura em que sofreu um acidente que o afastou definitivamente da disputa, num fim de semana para esquecer para a equipa.

Verstappen, de 28 anos, viu as suas hipóteses de pontuar comprometidas já perto do final da corrida, com o acidente a obrigar à entrada do safety car. Esta situação alterou as contas da prova no emblemático circuito de Silverstone, deixando o piloto da Red Bull fora da classificação final e a equipa sem um dos seus principais trunfos para o desfecho em solo britânico.

No rescaldo deste fim de semana atribulado, Christian Horner quebrou o silêncio sobre a sua saída da Red Bull, descrevendo-a como “abrupta e brutal”. O antigo chefe de equipa regressou ao paddock da Fórmula 1 precisamente um ano após ter sido afastado das funções, marcando presença em Silverstone, local onde tudo aconteceu. “Foi abrupta e brutal”, afirmou Horner, numa altura em que se assinala o aniversário da sua saída e se multiplicam as incertezas sobre a liderança e o futuro da equipa.

O antigo campeão do mundo de 2009, Jenson Button, aproveitou a polémica do final da corrida para defender uma alteração às regras. Após o acidente de Verstappen e consequente entrada do safety car, Button sugeriu uma revisão regulatória para evitar desfechos semelhantes ao do Grande Prémio da Grã-Bretanha, criticando a forma como a corrida terminou sob controlo do carro de segurança.

Também Carlos Sainz, a representar a Williams, foi protagonista de um momento insólito ao ser penalizado após o final da prova, numa decisão que gerou controvérsia. O castigo, resultante de um incidente nos instantes finais do Grande Prémio, contribuiu para um fim de semana desastroso para a Williams, que não conseguiu somar qualquer ponto apesar das oportunidades acrescidas proporcionadas pela sprint e pela corrida principal.

Fora das pistas, o universo da Fórmula 1 foi abalado pela notícia do assalto à residência de Alain Prost. O lendário piloto francês, de 71 anos e detentor de quatro títulos mundiais, sofreu ferimentos na cabeça após um grupo de mascarados ter invadido a sua casa em Nyon, na Suíça, durante o mês de maio. Cinco suspeitos foram já detidos em França na sequência deste violento assalto, que deixou a comunidade automobilística em choque.

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