Rali de Portugal 2026 – SS12 Cabeceiras de Basto: Ogier perde a liderança virtual a meio do troço e responde com um ataque brutal na Segunda Metade

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Durante alguns segundos intermináveis a meio da classificativa de Cabeceiras de Basto, Sébastien Ogier deixou de ser o líder virtual do Rali de Portugal. Thierry Neuville tinha apanhado o francês nos split times e o rali estava, por instantes, perto de mudar de figura. O que aconteceu a seguir foi uma demonstração de temperamento e experiência que apenas os grandes pilotos conseguem produzir sob pressão máxima: Ogier escolheu a segunda metade do troço, a parte mais técnica e mais perigosa, onde a pedra solta se acumulava nas bermas e no meio da estrada, para ir ao ataque. Chegou ao fim com o segundo melhor tempo, travou a sangria e alargou a vantagem sobre o belga da Hyundai de 1,7 para 5 segundos. Uma resposta cirúrgica ao momento de maior vulnerabilidade da sua corrida.

O melhor tempo da classificativa pertenceu a Adrien Fourmaux, o outro piloto da Hyundai, que completou os 19,91 quilómetros de Cabeceiras de Basto em 13 minutos e 05,5 segundos. Ogier ficou a meio segundo, com Takamoto Katsuta da Toyota a 2,6 segundos, Evans a 2,9 e Oliver Solberg a 3,2. Neuville, o principal rival de Ogier na luta pela vitória, foi apenas o sexto mais rápido. Uma diferença de ritmo que o piloto belga reconheceu sem drama, mas com uma leitura estratégica clara sobre o que está em jogo ao longo do dia.

O próprio Ogier explicou o raciocínio por detrás da decisão de apertar na segunda metade do troço, onde as condições eram mais exigentes. “No final é difícil, mas é onde podes fazer a diferença. Rapidamente fica com buracos e será realmente duro na segunda passagem, especialmente se a chuva aparecer”, afirmou o heptacampeão, lançando já um aviso sobre o que pode acontecer à tarde quando os pilotos voltarem a Cabeceiras de Basto em condições de piso potencialmente ainda mais degradado.

Neuville, por seu lado, manteve a serenidade de quem sabe que o rali tem ainda muitas quilómetros pela frente. “Tive uma boa especial, honestamente. Na parte final, muitas pedras e talvez eu não tenha puxado muito. O rali não se vai decidir nestes especiais da manhã”, afirmou o campeão mundial de 2024, numa declaração que é simultaneamente uma justificação e uma ameaça velada para o que pode acontecer nas classificativas da tarde.

A classificação geral depois de 12 especiais disputadas coloca Ogier na liderança com 1 hora, 47 minutos e 21,7 segundos, com Neuville a 5 segundos. Pajari continua em terceiro a 14,9 segundos, Solberg em quarto a 19,1 e Evans em quinto a 28,8 segundos do topo. O campeão do mundo galês, que chegou a Portugal na liderança do Mundial, está a ter um sábado difícil e vê a distância para Ogier crescer classificativa após classificativa.

A manhã de sábado ainda não terminou, com Amarante e Paredes à espera dos pilotos antes do reagrupamento. À tarde, as segundas passagens por todos estes troços vão decidir muito sobre quem estará em posição de lutar pela vitória no Super Domingo. Com pedra solta, chuva potencial e Ogier de novo a mostrar que não cede sem lutar, o Rali de Portugal de 2026 está a caminho de ser uma das edições mais memoráveis da sua história recente.

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