Gray Newell ganha confiança na sua estreia no WEC

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Num verdadeiro baptismo de fogo no competitivo mundo do FIA World Endurance Championship (WEC), Gray Newell está a solidificar a sua confiança e a demonstrar que a sua ascensão meteórica nas corridas de carros desportivos não é obra do acaso. Com apenas 28 anos e uma carreira que começou há seis, o piloto americano vive agora o desafio de competir ao mais alto nível, integrado na equipa Heart of Racing, que expandiu a sua presença com dois Aston Martin Vantage GT3 Evo na classe LMGT3.

Após participações pontuais nas Michelin 24H Series, esta temporada assinala a estreia de Newell num programa a tempo inteiro no palco global do WEC. “É intimidante estar aqui,” confessou Gray Newell em exclusivo. “Estou rodeado de pilotos extremamente experientes e ainda tenho que me lembrar que mereço este lugar e que pertenço a este nível. É frustrante não estar ainda ao nível que sei que posso atingir.”

O piloto, classificado como FIA Bronze, admite que tem jogado “um pouco pelo seguro”, enfrentando a dificuldade de aprender várias pistas novas num carro desconhecido. “É complicado estar a dois segundos do piloto Silver e pensar ‘ok, temos de recuperar isto, mas sem pôr o carro em risco’.” Reconhece ainda a qualidade dos seus colegas, como Rubens Barrichello, e mantém a disciplina mental: “Tenho o mantra de melhorar 1% cada vez que entro no carro, e isso indica que estou no caminho certo.”

A trajectória de Newell é notável: apenas há dois anos competia no Pirelli GT4 America e em 2023 deu o salto para o GT3 no GT World Challenge America powered by AWS, onde terminou em quarto lugar na classe Pro-Am ao lado de Darren Turner. A sua promoção ao WEC deve-se, em grande parte, à aposta do team principal Ian James, que não hesitou em integrá-lo na equipa quando garantiu o segundo lugar para o Aston Martin na classe LMGT3. “Ian mantém-me sempre pressionado,” revela Newell. “Quando começo a sentir que estou confortável, ele lança-me um novo desafio. Eu pensava que ainda faria mais um ano na SRO America, não esperava este convite tão cedo. Estou muito honrado e só preciso de continuar a trabalhar e a evoluir.”

O passado recente no SRO America foi crucial para a sua adaptação ao WEC, especialmente a passagem do GT4 para o GT3. “Parecem carros parecidos, mas conduzem de forma completamente diferente. O GT3 é mais leve, tem mais potência e aerodinâmica, e é muito mais sofisticado nos sistemas eletrónicos. Aprender a usar diferentes configurações de controlo de tracção e o ABS como ferramenta foi fundamental.” Newell admite ainda a saudade dos camaradas e da atmosfera do paddock: “Sinto falta disso, sinto falta de competir com aqueles pilotos. A camaradagem era fantástica, mas não me posso queixar de estar no WEC, é um misto de sentimentos.”

Com os olhos postos no momento alto da sua temporada, a estreia nas 24 Horas de Le Mans, Gray já conta com alguma experiência no Circuit de la Sarthe, tendo participado na Road to Le Mans em 2024 ao volante de um Mercedes-AMG GT3 da SPS automotive performance. “Estou ansioso por voltar a correr lá,” afirma com entusiasmo. “Ainda não acredito que vou participar nesta corrida. Vou encarar como qualquer outra: preparar-me bem, aparecer no dia e continuar a evoluir.”

Além da sua evolução pessoal, Newell expressa admiração pela evolução da equipa Heart of Racing, fundada pelo seu pai, Gabe Newell. O projeto começou modestamente em 2020, com um único Aston Martin no IMSA WeatherTech SportsCar Championship GTD. “Ian e eu brincamos que a decisão de apostar na Aston Martin aconteceu numa simples jantarada há seis anos e meio. Na altura, ninguém imaginava até onde isto iria. Pensávamos apenas num programa fixe de GTD, mas as coisas cresceram muito. Ian é uma verdadeira máquina, a quantidade de trabalho que ele faz diariamente é impressionante. Tenho enorme orgulho nesta equipa, adoro todos os nossos mecânicos e pilotos, são todos fantásticos.”

Gray Newell está a provar que, num cenário de exigência extrema e concorrência feroz, é possível escalar rapidamente e com inteligência, apostando na consistência e na aprendizagem contínua. O seu percurso no WEC é um desafio brutal, mas o jovem americano está empenhado em deixar a sua marca e mostrar que pertence ao topo das corridas de resistência mundiais.

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