GP Mónaco F1: Williams fora de combate, Russell em dificuldades

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O Grande Prémio de Mónaco voltou a revelar uma qualificação intensa e cheia de surpresas, com a Williams a ser eliminada logo na Q2 e George Russell a lutar para se manter na luta pelos melhores lugares na grelha. Apesar das expectativas apontarem para a Ferrari como favorita, a Mercedes e a Red Bull mostraram que não estão dispostas a ceder terreno, enquanto a McLaren confirmou estar muito perto dos líderes, num traçado onde a precisão e estratégia são cruciais.

Assim que a luz verde foi dada para a Q2, os pilotos rapidamente regressaram ao traçado do Principado para as primeiras tentativas de tempos, ainda de adaptação. Max Verstappen inaugurou o cronómetro com um tempo de 13 segundos baixos, mas foi Charles Leclerc quem rapidamente baixou para o segundo 12, lançando o desafio às restantes equipas, seguido de perto por Oscar Piastri, Lewis Hamilton e Isack Hadjar. Lando Norris assumiu a dianteira temporária da sessão, embora Kimi Antonelli tenha surpreendido ao assumir o topo da tabela.

Na segunda série de voltas rápidas, Verstappen melhorou consideravelmente e subiu ao segundo lugar, ficando apenas a 62 milésimos do registo de Antonelli, numa Q2 marcada pela competitividade feroz. Entretanto, George Russell mostrava dificuldades evidentes para se aproximar dos primeiros lugares, encontrando-se apenas em oitavo lugar, longe das melhores posições, enquanto na zona de eliminação permaneciam os dois pilotos da Williams, os dois Alpine e Arvid Lindblad.

À medida que a sessão se aproximava do final, Verstappen assumiu finalmente a liderança com um tempo que lhe deu uma vantagem de dois décimos sobre Antonelli. Isack Hadjar surpreendeu ao saltar para o terceiro lugar, ultrapassando até o líder da Ferrari, Leclerc. Logo atrás seguiam Norris, Hamilton, Piastri, Russell, Lawson e Pierre Gasly, numa ordem que reflectia a enorme disputa entre as equipas.

No final, a Q2 ditou a eliminação dos dois Williams, assim como de Nico Hülkenberg, Franco Colapinto e Arvid Lindblad, deixando claro que a equipa britânica continua a atravessar sérias dificuldades em circuitos urbanos como Mónaco. Russell, apesar dos problemas evidentes, conseguiu avançar para a Q3, mas o desafio para a Mercedes manter-se competitiva está longe de terminado.

Este cenário promete uma qualificação final emocionante, onde a Ferrari terá que lutar contra a pressão da Red Bull e da Mercedes, enquanto a McLaren mantém-se como a revelação da sessão. O Principado prepara-se para uma corrida onde cada décimo valerá ouro e onde a estratégia, mais do que nunca, poderá fazer a diferença.

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