George Russell identificou a origem dos seus recentes problemas na Fórmula 1 e acredita que já não é necessário adaptar o seu estilo de condução para optimizar o desempenho do carro. O piloto britânico enfrentou um fim-de-semana difícil no Grande Prémio de Spa-Francorchamps, onde ficou a meio segundo do colega de equipa Kimi Antonelli na qualificação e terminou a corrida fora da pista após um contacto.
Segundo Russell, os dados indicam que as dificuldades se devem a uma calibração do software da equipa, e não ao seu modo de conduzir. Esta descoberta representa um ponto de viragem na abordagem da Mercedes para resolver as falhas que têm comprometido o desempenho do monolugar nas últimas provas.
O piloto declarou, após a corrida em Spa, que “os números mostram claramente que o problema estava no software e não no meu estilo de pilotagem, o que é um alívio e uma confirmação de que não preciso de alterar a minha forma de conduzir para extrair o máximo do carro.” Esta análise técnica permite à equipa focar-se em corrigir a componente electrónica do carro para recuperar competitividade.
Com esta informação, a Mercedes poderá ajustar o software para as próximas provas, potencialmente melhorando os resultados de Russell. O britânico espera que estas alterações o coloquem novamente na luta pelas posições cimeiras, eliminando as incertezas que marcaram as últimas corridas.
O Grande Prémio seguinte será decisivo para avaliar se a recalibração do software traz os efeitos desejados e se Russell consegue regressar ao ritmo competitivo que demonstrou anteriormente. O piloto mantém a confiança na equipa e na capacidade de ultrapassar esta fase complicada.
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