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A McLaren enfrentou um fim‑de‑semana difícil no Grande Prémio de Mónaco, com o seu desempenho a revelar fragilidades que comprometem as ambições da equipa britânica esta temporada. Andrea Stella, diretor da equipa, não esconde a frustração pela qualificação ter deixado a equipa na quarta fila da grelha, a cerca de seis décimos da pole position conquistada por Kimi Antonelli. Este resultado desapontante contrasta com a evolução mostrada em Miami e com a esperança de recuperação após o complicado fim‑de‑semana em Montreal.

O traçado monegasco expôs as limitações do MCL40, um carro que ainda luta para encontrar a aderência ideal e gerir eficazmente o desgaste dos pneus. “Sabíamos que seria difícil neste circuito por dois motivos principais: primeiro, a falta de aderência geral ao nível do chassis, que queremos melhorar através do aumento do carregamento aerodinâmico; segundo, o MCL40, por decisão de projeto e porque queremos melhorar este aspeto, é bastante delicado em relação aos pneus. Em situações onde é essencial transferir energia e calor para os pneus, temos dificuldades”, explicou Andrea Stella.

Apesar da esperança de pelo menos um dos pilotos conseguir a terceira fila, a equipa não conseguiu alcançar esse objetivo. “Pensava que, com as melhorias feitas desde sexta-feira, tínhamos potencial para a terceira fila, especialmente no Q3, mas foi complicado concretizar tudo”, acrescentou o diretor da McLaren, sublinhando que “este circuito evidenciou as fraquezas atuais do nosso carro. Sabemos que estamos um pouco atrás do nível a que queremos estar. Por isso, seria errado pensar que, noutro circuito com características diferentes, a McLaren estaria a lutar pela pole position. Ainda é demasiado otimista.”

No entanto, Stella mantém-se confiante nas possibilidades de evolução da equipa, destacando “grandes oportunidades de melhoria na aerodinâmica e na interação do carro com os pneus, cabe-nos a nós concretizar essas oportunidades”.

Os pilotos Lando Norris e Oscar Piastri espelharam esta visão crítica mas realista. Norris comentou: “As dificuldades estiveram presentes durante todo o fim‑de‑semana. Em Q2 parecia que estávamos fortes apenas porque os outros foram mais cautelosos, enquanto nós estávamos a dar tudo.” Já Piastri, que conseguiu superar o campeão do mundo na qualificação, reconheceu que “falta aderência, mas consegui extrair o máximo do carro”.

Com o centésimo Grande Prémio da McLaren a aproximar‑se, a equipa vive um momento crítico onde é urgente materializar os desenvolvimentos prometidos para recuperar terreno numa temporada que ainda promete ser desafiante. O desafio está lançado: transformar as fragilidades em pontos fortes para alcançar desempenhos condizentes com o legado da equipa papaya.

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