Lewis Hamilton revela ‘amuleto da sorte’ após pódio no canadá

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Lewis Hamilton brilhou no Grande Prémio do Canadá ao conquistar um segundo lugar que marca um novo capítulo na sua carreira com a Ferrari. Depois de um início de temporada complicado, o piloto britânico mostrou um desempenho notável em Montreal, impulsionado por um “amuleto da sorte” muito especial: a presença da sua mãe, Carmen Larbalestier, no paddock.

Acompanhado pela mãe, que lhe proporcionou apoio e motivação ao longo do fim de semana, Hamilton arrancou da quinta posição da grelha e ascendeu ao segundo lugar, protagonizando uma ultrapassagem de mestre a Max Verstappen, numa das batalhas mais intensas do evento. Esta foi a sua primeira vez a subir ao pódio pela Ferrari em segundo lugar, num momento que o próprio descreveu como resultado de um esforço profundo e persistente. “É a minha primeira segunda posição com a equipa. Tenho trabalhado arduamente para chegar aqui, cavando muito fundo, com um esforço enorme nos bastidores para alcançar este nível de performance”, confessou o piloto de 41 anos.

O ambiente familiar foi fundamental para o sucesso. “A minha mãe ficou comigo no apartamento e todas as noites jantávamos juntos, víamos um filme ou simplesmente conversávamos. Foi fantástico”, contou Hamilton, que já tinha tido a mãe presente quando conquistou o terceiro lugar na China, um pódio simbólico no Dia da Mãe. “Ela claramente é o meu amuleto da sorte, agora tenho mesmo de a trazer a todos os fins de semana”, afirmou, num tom cheio de humor e gratidão.

Este pódio número 204 na carreira do piloto eleva Hamilton a quarto lugar no Mundial de Pilotos, com 72 pontos, apenas a três do colega de equipa Charles Leclerc. O britânico destacou a importância de sentir o apoio contínuo da equipa: “Sou muito grato à Ferrari por me manterem sempre em alta e por todo o esforço que fazem, é maravilhoso ver a equipa tão feliz porque eles merecem.”

Montreal revelou-se um circuito que traz boas memórias a Hamilton, que o considera um dos seus favoritos, logo atrás de Silverstone e Hungaroring. A introdução do formato Sprint neste Grande Prémio foi outro elemento que lhe agradou, permitindo-lhe desfrutar ainda mais do desafio.

Além do brilho de Hamilton, o GP do Canadá teve outras histórias dignas de nota, como a batalha limpa mas intensa entre George Russell e Kimi Antonelli, e a paciência tática do britânico na luta com Verstappen, cuja ultrapassagem foi detalhadamente analisada pelos especialistas.

Com este renascimento em Montreal, Lewis Hamilton mostra que, apesar das dificuldades iniciais na Ferrari, a sua determinação e o apoio incondicional da família podem ser a chave para regressar ao topo da Fórmula 1. A corrida continua e o campeonato está mais animado do que nunca. A Ferrari e Hamilton estão prontos para surpreender.

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