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Piloto da Red Bull F1 criticado por fraco desempenho na perceção de risco na condução

Publicado a 15 de Setembro de 2026, 11h23  ·  Atualizado a 15 de Setembro de 2026, 13h46  ·  2 min de leitura

O essencial

  • Arvid Lindblad, piloto da Red Bull, obteve pontuação baixa no teste de perceção de perigos no Reino Unido.
  • Lindblad conseguiu 46 em 50 pontos na prova de múltipla escolha do teste teórico de condução britânico.
  • Na seção de perceção de perigos, Lindblad obteve apenas 52 em 75 pontos, incluindo 0 num dos clips.

Arvid Lindblad, jovem piloto da Red Bull, está a ser alvo de piadas após obter uma pontuação surpreendentemente baixa no teste de perceção de perigos no Reino Unido. A situação levanta questões sobre as suas capacidades de condução, especialmente tendo em conta que ele é um atleta de elite na Fórmula 1.

O piloto de 19 anos, que se tornou no mais jovem condutor da Red Bull em 2021 e fez a sua estreia como piloto completo este ano, não conseguiu evitar a crítica depois de ter divulgado os seus resultados no teste teórico para obter a carta de condução britânica. Lindblad, que partilhou a sua vitória nas redes sociais com a frase “easy dub”, teve um desempenho razoável na parte de múltipla escolha, onde obteve 46 pontos em 50 possíveis, necessário para passar. No entanto, as suas falhas em questões sobre utilizadores vulneráveis e sinais de trânsito levantaram algumas dúvidas.

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O verdadeiro choque veio na seção de perceção de perigos, onde Lindblad precisou de 44 pontos para passar, mas conseguiu apenas 52 em 75, incluindo uma pontuação alarmante de 0 em um dos clips apresentados. Esta pontuação gerou uma onda de reações nas redes sociais, com muitos a questionarem como um piloto de Fórmula 1 pode ter dificuldades em identificar situações de perigo na estrada.

Lindblad, que fez o seu primeiro teste de condução no Reino Unido após obter a licença da FIA aos 17 anos, não pode contornar os requisitos exigidos pelo governo britânico, ao contrário do que acontece nas pistas. Assim, ele teve de passar pelo mesmo processo que qualquer outro candidato a condutor. A sua situação levanta a questão sobre a compatibilidade entre a agilidade e a precisão que se espera de um piloto profissional e as exigências básicas da condução no dia-a-dia.

Com a época da Fórmula 1 a decorrer, Lindblad terá de focar-se não apenas nas suas performances nas corridas, mas também em melhorar as suas competências como condutor, para garantir que a sua habilidade na pista se traduza em segurança nas estradas. A próxima prova da temporada pode ser uma boa oportunidade para ele demonstrar que, apesar das dificuldades no teste de condução, continua a ser uma promessa no automobilismo.

Redação

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A revisão do desporto motorizado é assinada por Diogo Soure, jornalista com longo percurso em televisão e passagem pela SIC, onde foi um dos responsáveis pelo programa Volante. A responsabilidade editorial das restantes áreas é de Ricardo Marques Carvalho, jornalista de automóveis e membro português do júri do International Truck of the Year.

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