Oliver Bearman descreveu o seu acidente na terceira sessão de treinos livres do Grande Prémio de Mónaco como “o mais estranho que já tive” na sua curta carreira na Fórmula 1. O piloto da Haas perdeu o controlo do seu VF-26 numa zona com pó na aproximação à curva de Massenet, embatendo contra as protecções e danificando o lado direito do monolugar.
“Apanhei o pó e perdi o carro”, explicou Bearman, reconhecendo a inesperada dificuldade numa pista onde a precisão é fundamental. Este incidente inesperado teve consequências imediatas na qualificação, já que o piloto ficou eliminado na Q1, registando assim o seu pior resultado até ao momento na Fórmula 1.
A Haas, por seu lado, confirmou os danos significativos no VF-26 e sublinhou o desafio que a equipa enfrentou para reparar o monolugar a tempo da qualificação, o que acabou por não ser suficiente para garantir a passagem às fases seguintes. Bearman, apesar do revés, manteve o foco e prometeu aprender com esta experiência para recuperar pontos essenciais na corrida.
Este episódio evidencia as dificuldades que mesmo os pilotos mais promissores enfrentam num circuito exigente como Mónaco, onde um pequeno deslize pode comprometer toda uma jornada. Bearman vai agora procurar virar a página e mostrar todo o seu potencial nas próximas provas do calendário de 2026.
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