Mick Schumacher afirmou que está “aqui para ficar” na IndyCar, após alcançar o seu primeiro top 10, o que gerou conversas sobre o seu futuro. O piloto da Rahal Letterman Lanigan Racing terminou em 8.º lugar no Nashville Superspeedway, acreditando que isso demonstra o ritmo da sua equipa sem fatores adversos a influenciar. Este resultado marcante surge numa temporada de estreia desafiadora para Schumacher, que ocupa atualmente o 24.º lugar no campeonato, mas conseguiu um feito importante em Nashville, uma corrida que foi adiada para segunda-feira devido à chuva.
“Penso que foi a primeira vez que tivemos uma corrida limpa,” declarou Schumacher no podcast Speed Street. “Não tivemos falhas técnicas, não tivemos problemas nas boxes, não houve contactos ou qualquer outra situação.” Quando questionado sobre o seu estilo de condução, que parece adequar-se melhor aos circuitos ovais, o alemão sugeriu que “os ovais, de uma maneira geral, provavelmente se adequam um pouco mais ao meu estilo.”
Schumacher também mencionou a sua sensibilidade à degradação dos pneus, que considera uma vantagem nos ovais, onde a precisão é crucial. Contudo, o seu desempenho nesta temporada tem sido prejudicado por uma série de lesões e pela falta de consistência da sua equipa. “Estou a lidar com uma lesão em vários locais, o que não ajuda,” revelou, referindo-se a uma fractura no pulso que sofreu após um acidente na corrida de abertura da temporada em St. Petersburg.
“Em termos de ritmo, temos estado por perto, mas tudo se resume a pequenos problemas que tivemos aqui e ali que tornaram as corridas difíceis para nós até agora,” disse. Ele expressou esperança de que, ao demonstrar que podem ter um fim de semana consistente e limpo, será mais fácil repetir o sucesso e competir com os melhores.
Depois de duas temporadas no Campeonato Mundial de Resistência, Schumacher decidiu dar este novo rumo à sua carreira na IndyCar, afirmando: “Gosto mesmo, mesmo, mesmo de IndyCar e estou aqui para ficar.” Relativamente ao seu futuro, ele sublinhou a importância das ligações humanas dentro de uma equipa. “Não é apenas o carro que importa, mas também as conexões humanas, que, na minha opinião, são ainda mais importantes. Apenas com uma equipa é que se pode vencer, e com alguém com quem se pode realmente conectar.”
O futuro de Schumacher na IndyCar ainda está por decidir, mas o piloto parece determinado a encontrar uma equipa que lhe permita não apenas competir, mas também prosperar, enfatizando que “estar com as pessoas certas fará com que o desempenho surja naturalmente.”
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