Toto Wolff, o chefe da Mercedes F1, defendeu apaixonadamente o histórico da sua equipa, apesar de não terem conquistado títulos nos últimos anos. A Mercedes dominou a Fórmula 1 entre 2014 e 2021, com sete campeonatos de pilotos e oito títulos de construtores. Contudo, desde a adoção da nova era de efeito de solo, já se passaram cinco temporadas sem que as Flechas Prateadas conseguissem vencer o campeonato de pilotos, enquanto quatro anos se passaram desde o seu último triunfo no campeonato de construtores.
Apesar deste período difícil, Wolff sublinha que a situação dos últimos anos não foi catastrófica, mesmo que não tenham conseguido atingir os elevados padrões a que a equipa estava habituada. “Percebemos que não podíamos ganhar no passado porque o carro nunca foi suficientemente bom para vencer quem estava à frente; às vezes era a Red Bull, outras vezes era a McLaren”, explicou Wolff à RN365. O chefe da Mercedes referiu ainda que “o melhor objetivo realista era o P2 e P3, e foi isso que conseguimos alcançar, à exceção de um ano. Se olharmos para as estatísticas ao longo de 20 ou 30 anos, veremos que estes 15 anos mostram P1, P1, P1, P1, P1, P1, P1, [P1], P3, P2, P4, P2. Portanto, isso não é catastrófico.”
Com a introdução de novas regulamentações de motores e aerodinâmica em 2026, a Mercedes voltou a ser a equipa a bater na grelha. No campeonato de pilotos, Kimi Antonelli lidera com uma vantagem de 50 pontos sobre Lewis Hamilton da Ferrari e 59 pontos sobre o seu colega de equipa George Russell. No campeonato de construtores, a Mercedes também se encontra à frente, com uma vantagem de 72 pontos sobre a Ferrari após 11 corridas.
À medida que a temporada avança, a Mercedes está bem posicionada para acabar com a sua seca de títulos, mostrando que, após os desafios enfrentados, a equipa está novamente a lutar pelo topo.
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