Tom McCullough, um importante responsável pela performance da Aston Martin, está prestes a deixar a equipa no final de 2026. McCullough, que se juntou à equipa durante a era Force India em 2014, desempenhou um papel fundamental como diretor de performance entre 2018 e 2024. Com 24 anos de experiência em eventos de pista, McCullough poderá ter várias oportunidades se decidir continuar na Fórmula 1.
Olhando para a temporada de 2026, Mat Coch destacou as cinco maiores desilusões até agora, refletindo sobre os condutores, equipas e aspetos que não corresponderam às expectativas nesta nova era de regulamentações. O período de pausa de verão oferece uma oportunidade para a análise, e os resultados até agora suscitam questões sobre o futuro de várias equipas.
No que diz respeito ao desempenho da Aston Martin no Grande Prémio da Hungria, a equipa trouxe uma atualização significativa de 16 componentes. No entanto, a Honda, fabricante da unidade de potência, alertou para a necessidade de cautela, afirmando que as melhorias observadas podem estar “parcialmente ligadas às características do circuito”. Com o Grande Prémio de Zandvoort a aproximar-se, que apresenta desafios semelhantes ao da Hungria, a verdadeira medida do progresso da Aston Martin poderá ser aferida no Grande Prémio da Itália em setembro.
Kimi Antonelli, jovem talento da Mercedes, passou por uma transformação significativa, superando um início de temporada desafiador para liderar o Campeonato de Pilotos na metade do seu segundo ano. Bradley Lord, vice-principal da Mercedes, elogiou a capacidade de Antonelli em aprender com as suas experiências passadas e em adaptar o seu desempenho para alcançar o topo da classificação.
Carlos Sainz, por sua vez, expressou a sua preocupação com a diferença que a Williams enfrenta em relação aos líderes do campeonato, descrevendo a situação como “um pouco reveladora”. Apesar de a Williams ter terminado em quinto lugar no Campeonato de Construtores na temporada passada, Sainz e Alex Albon somaram apenas 11 pontos até ao momento. O piloto da Ferrari acredita que a equipa tem potencial para se recuperar, mas reconhece que o caminho para a frente será mais longo do que inicialmente esperado.
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