Carlos Sainz pede ação urgente à FIA e F1 para salvar o desporto

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Carlos Sainz lança um apelo urgente à FIA e à Fórmula 1 para que mantenham a firmeza e defendam o futuro do desporto face às ameaças que pairam sobre as mudanças regulamentares previstas para 2027. O piloto da Ferrari, também diretor da GPDA, revelou a sua preocupação com a possível suspensão das alterações no sistema de propulsão híbrido, que prometiam transformar radicalmente a competição.

A Fórmula 1 preparava-se para revolucionar o equilíbrio entre o motor de combustão interna e o sistema elétrico, alterando a divisão de potência dos atuais 50:50 para um novo patamar de 60:40, favorecendo o motor térmico, com 350 kW provenientes das baterias. No entanto, um impasse entre os principais fabricantes de motores ameaça adiar esta mudança para 2028, criando um clima de incerteza a poucos meses do início da próxima temporada.

“Pelo que ouvi, existe uma proposta muito interessante para 2027, que vai exatamente ao encontro do que penso ser o caminho certo para o desporto”, afirmou Sainz em declarações à imprensa, incluindo o RacingNews365, antes do fim de semana do Grande Prémio do Canadá. “Infelizmente, como é comum neste desporto, a política e os interesses divergentes dos fabricantes vão fazer com que haja resistência e pressão em várias direções.”

O piloto espanhol não hesitou em pedir à FIA e à FOM (Formula One Management) que mantenham uma posição firme: “Posso apenas pedir que sejam duros e defendam o que é melhor para a Fórmula 1. Mesmo que seja necessário votar — não sei bem como funciona o sistema na Comissão da F1 — é crucial que se mantenham firmes e acreditem no que é correto para o desporto.”

Sainz recordou ainda o progresso registado na recente corrida de Miami, onde as alterações apresentadas foram um pequeno avanço, mas ainda insuficiente para o futuro desejado da modalidade: “Vimos um pequeno passo em Miami, que ainda está longe do que a F1 deveria ser, mas já é um conjunto de mudanças muito positivo e interessante para 2027. Se perguntassem aos pilotos, todos apoiaríamos esta direção.”

O piloto da Ferrari sublinhou a importância de manter a essência dos motores de combustão, mesmo com a crescente integração da eletrificação: “Para nós, pilotos, nunca será suficiente depender tanto da energia elétrica. O que todos amamos é que a parte elétrica seja um complemento, não uma dependência total.”

Recordando as gerações anteriores de unidades de potência, Sainz explicou: “Já tivemos motores híbridos onde a parte elétrica era um extra, um reforço ao motor de combustão que já era sólido. Pilotos, puristas e jornalistas concordam que a divisão 60:40 ainda é insuficiente, mas é, pelo menos, algo que permite corridas reais até ao retorno de motores verdadeiramente puros em 2030.”

Com esta intervenção clara e incisiva, Carlos Sainz destaca a necessidade de decisões corajosas e coerentes para garantir que a Fórmula 1 continue a ser um espetáculo de velocidade e paixão, equilibrando inovação tecnológica com o ADN que cativa milhões de fãs em todo o mundo. O futuro da competição está em jogo, e a palavra final pode ser decisiva para a evolução do desporto automóvel nas próximas décadas.

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