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Charles Leclerc lança o alerta: Ferrari sofre com falta de potência no motor e vê Mercedes a disparar

O arranque da temporada de Fórmula 1 de 2026 tem sido marcado por duelos intensos entre Ferrari e Mercedes, mas a verdade é que a Scuderia de Maranello tem sentido dificuldades em manter o ritmo dos alemães, sobretudo nas fases iniciais das corridas. Charles Leclerc foi claro e direto ao afirmar que a Ferrari tem um “trabalho difícil” pela frente para fechar a porta à Mercedes, sobretudo devido às diferenças evidentes nas unidades motoras entre os dois construtores.

Nas provas de Melbourne, Xangai e Suzuka, a Ferrari viu-se frequentemente a perder terreno quando as Mercedes ganhavam velocidade, revelando uma lacuna que as atualizações para o GP de Miami não conseguiram colmatar totalmente. Ainda assim, a equipa italiana não só ficou atrás das flechas de prata como também foi ultrapassada pela McLaren, que, com melhorias significativas no seu monolugar, mostrou um salto de desempenho notável nesta primeira visita do calendário à América do Norte.

Com o GP de Montreal à porta, as expectativas da Ferrari passam por continuar a evoluir, mas os resultados dos primeiros controlos de potência dos motores na Fórmula 1 poderão condicionar as ambições da equipa. A FIA implementou o sistema ADUO (Additional Development and Upgrade Opportunities), que visa garantir a paridade entre os fabricantes de motores. Após Montreal, cada uma das cinco marcas saberá se poderá avançar com upgrades nas suas unidades motoras, consoante o desempenho medido oficialmente.

Leclerc não esconde a esperança de que a Ferrari tenha acesso a este sistema, pois acredita que o motor da marca italiana em 2026 está claramente atrás do Mercedes e do Red Bull-Ford em termos de potência. “Vai ser muito difícil apanhar a Mercedes,” afirmou o piloto monegasco. “Eles têm uma vantagem muito grande – e quanto ao ADUO, obviamente ainda não sei se estamos dentro. Ficaria surpreendido se não estivéssemos, porque às vezes na reta sentimos que falta um pouco de potência comparado com a Mercedes ou até com o motor Ford.”

O piloto da Ferrari acredita que esse acesso ao ADUO poderá ser crucial para tentar reduzir a desvantagem, mas mantém alguma prudência: “Penso que será uma ajuda para aproximar, mas se será suficiente para fechar a distância, não sei. Depende também do nível que conseguirmos, se é que o conseguimos, mas certamente se tivermos acesso, será uma ajuda para nos aproximarmos.”

Para além da questão da potência do motor, Leclerc aponta que as equipas que têm conseguido otimizar melhor os seus carros e unidades motoras também contribuíram para o menor avanço da Ferrari em Miami. “Muitas destas máquinas são sobre otimização,” explicou o monegasco. “Se analisar o desempenho das equipas, não acredito totalmente que o avanço que vimos seja apenas devido às atualizações. Por exemplo, a Red Bull foi muito forte durante os testes de inverno, mas nas primeiras três corridas, quando não estão totalmente otimizados, perdem muito desempenho. Em Miami, fizeram um enorme salto nesse aspeto, além das atualizações. É difícil perceber exatamente quanto do progresso é devido às atualizações.”

Leclerc sublinha que a Ferrari está a trabalhar arduamente para evoluir: “Cada semana que passamos na fábrica a desenvolver novas peças traz ganhos significativos, muito maiores do que no passado, por isso será fundamental estar na linha da frente das atualizações. Mas não acredito que tenhamos dado um passo menor em relação aos outros. Estamos numa fase da época em que as equipas ainda estão a descobrir como maximizar todo o sistema, que é muito complexo. Nunca se atinge 100% de otimização com estes carros porque o próprio desempenho depende do piloto, que é variável e sempre um desafio.”

O cenário que Leclerc descreve não deixa dúvidas: para a Ferrari, a corrida pelo título vai exigir não só evolução técnica e melhorias no motor, mas também uma capacidade cada vez maior de extrair o máximo das atualizações e da performance em pista. A batalha com a Mercedes está longe de estar decidida, mas a Scuderia precisa de reagir rápido para não ver o adversário fugir de vez. Com o sistema ADUO e a corrida contra o cronómetro nas atualizações, o próximo capítulo da temporada promete ser decisivo para o futuro da Ferrari na Fórmula 1.

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