Leclerc culpa o traçado por colisão com Hamilton no México
Charles Leclerc atribuiu o incidente na primeira volta com o colega de equipa da Ferrari, Lewis Hamilton, durante o Grande Prémio do México, à configuração do circuito. Afirmou que “uma parede” na Curva 4 teria evitado a colisão.

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A Scuderia perdeu uma vitória clara no Autódromo Hermanos Rodríguez, com Hamilton a partir da pole position e Leclerc do terceiro lugar. Leclerc ultrapassou rapidamente George Russell para assumir a segunda posição.
Leclerc aponta o dedo à Curva 4
Após a colisão, Leclerc ficou em oitavo lugar, enquanto Hamilton terminou em primeiro, garantindo uma vitória importante para a equipa. O piloto monegasco destacou que a curva em questão é muito apertada e que uma barreira teria ajudado a evitar a situação.
“Se houvesse uma parede, não teria havido contacto”, afirmou Leclerc.
Vasseur discorda da análise
Fred Vasseur, chefe da Ferrari, não concordou com a análise de Leclerc. Defendeu que o incidente resultou de um erro de julgamento na luta entre os dois pilotos. “Não é uma questão de traçado”, disse Vasseur, sublinhando que ambos os pilotos deveriam ter sido mais cautelosos.
O resultado da corrida teve um impacto significativo no campeonato, com Hamilton a consolidar a sua posição, enquanto a Ferrari viu a oportunidade de vitória desvanecer-se. A relação entre os pilotos da Scuderia pode ser afetada, dado o incidente e as diferentes opiniões sobre a responsabilidade. Saiba mais sobre as conversas sérias que Hamilton exige na Ferrari após a colisão.
Com a próxima corrida a aproximar-se, a Ferrari terá de avaliar a situação internamente e considerar como proceder para evitar que falhas semelhantes voltem a ocorrer. O desempenho dos pilotos e a dinâmica da equipa serão cruciais para o sucesso nas corridas seguintes.
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Assinatura colectiva da redação do AutoGear. Assina os textos dos colaboradores da casa, Pedro Albuquerque, Diogo Mota e Vasco Santos, e o acompanhamento diário do desporto motorizado e do mercado automóvel, produzido com apoio de ferramentas automáticas.
A revisão do desporto motorizado é assinada por Diogo Soure, jornalista com longo percurso em televisão e passagem pela SIC, onde foi um dos responsáveis pelo programa Volante. A responsabilidade editorial das restantes áreas é de Ricardo Marques Carvalho, jornalista de automóveis e membro português do júri do International Truck of the Year.