Pascal Wehrlein perplexo após desilusão no mónaco

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Pascal Wehrlein viu o seu sonho de conquistar o título mundial de Fórmula E sofrer um golpe inesperado e inexplicável no E-Prix de Mónaco, deixando o piloto alemão “sem palavras” perante uma situação que escapa ao seu controlo e que poderá comprometer a sua campanha na temporada 2024. A Porsche, que já arrasta uma malapata no Principado, somou mais um fim de semana para esquecer, prolongando para oito o número de corridas sem subir ao pódio em Mónaco.

Wehrlein parecia ter tudo para quebrar esta sina, tendo mostrado um desempenho promissor no qualificação inicial que indicava uma forte candidatura à vitória. No entanto, o caos instalou-se logo na primeira corrida do duplo evento: o piloto, que partiu da quinta posição, foi vítima de um furo provocado por um toque do seu companheiro de equipa, Nico Müller, que lhe retirou quaisquer hipóteses de pontuar. Já na segunda corrida, a situação agravou-se com uma performance visivelmente abaixo do esperado.

O principal motivo para esta queda abrupta de competitividade, segundo Wehrlein, foi o comportamento estranho dos pneus Hankook usados no segundo dia. “Honestamente, parecia muito promissor de manhã”, comentou o piloto . “Ambos os carros mostravam-se fortes. Mas, quando colocámos um novo conjunto de pneus na qualificação, o carro comportou-se de forma completamente diferente. Sem aderência, sem equilíbrio — fomos mais rápidos com um conjunto de pneus que já tinha feito toda a corrida e o dia anterior.” O piloto de 31 anos confessou a sua perplexidade: “Não sei, estou um pouco sem palavras, mas é assim que é. Nada parece estar sob o meu controlo.”

Apesar do Circuito de Mónaco ter melhorado as condições no segundo dia, Wehrlein não conseguiu acompanhar o ritmo, algo que o alemão não compreende, já que “não foram feitas alterações ao carro”. Esta disparidade no desempenho dos pneus causou um enorme impacto na corrida e no campeonato, com Wehrlein a cair do primeiro para o quarto lugar na classificação geral, agora a 27 pontos do líder, Mitch Evans, que antes do fim de semana em Mónaco estava apenas três pontos atrás.

O piloto da Porsche sublinhou ainda a estranheza da situação, dado o calendário apertado do fim de semana: “Em Mónaco, o programa é tão apertado. Em alguns circuitos, pode-se argumentar que a pista mudou, mas aqui só há uma hora entre o treino e a qualificação. Não se mexe no carro, põe-se pneus novos e espera-se mais aderência, mas a aderência foi terrível.”

Esta não é a primeira vez que pilotos da Fórmula E se queixam de problemas com o desempenho dos pneus Hankook ao longo da temporada, algo que tem sido repetidamente mencionado após várias rondas. Questionado sobre se a Porsche poderia solicitar uma investigação à Hankook, Wehrlein foi direto: “Penso que toda a gente no paddock está consciente disto — todos pedem mais clareza. Acredito que este fim de semana fomos simplesmente os prejudicados.”

Com a próxima prova em Sanya a aproximar-se, Wehrlein e a equipa vão ter de encontrar soluções rápidas para ultrapassar este obstáculo inesperado e voltar a lutar pelo título numa temporada onde cada ponto conta. O drama vivido em Mónaco é um alerta para a Porsche e para a Fórmula E: o domínio dos pneus pode ditar resultados e virar campeonatos, e o mistério em torno da performance dos Hankook continua a gerar polémica e incertezas no paddock.

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