A Mercedes continua a enfrentar dificuldades para compreender os problemas de gestão de energia que afetam George Russell no Grande Prémio da Bélgica de Fórmula 1, mesmo após alterações no seu estilo de condução. O piloto britânico tem vindo a perder tempo importante para o seu colega de equipa nas rectas, devido à incapacidade de optimizar a utilização da energia elétrica do sistema híbrido.
A equipa germânica tem mostrado perplexidade perante a falta de eficiência na implementação da energia por parte de Russell, algo especialmente notório em circuitos sensíveis ao desempenho do motor e à gestão da potência. Este problema já tinha sido observado em provas anteriores, mas parece estar a agravar-se, causando uma desvantagem significativa em termos de velocidade máxima.
Sobre esta situação, um responsável da Mercedes afirmou: “Ainda estamos a tentar perceber as causas específicas deste fenómeno no caso do George. Alterámos a sua forma de conduzir, mas os resultados não melhoraram como esperávamos”. Esta declaração evidencia o empenho da equipa em resolver um problema técnico que compromete o desempenho do piloto na competição.
O impacto destes contratempos é notório na diferença de tempos entre Russell e o seu colega de equipa, que tem conseguido extrair mais rendimento do monolugar nas zonas de maior velocidade. A falta de energia disponível para o piloto britânico nas rectas tem sido um factor limitativo que a Mercedes pretende ultrapassar para garantir uma maior competitividade.
Com a próxima prova já no horizonte, a equipa precisa de encontrar rapidamente uma solução para melhorar a gestão da energia de Russell, de modo a que este possa ser mais consistente e próximo do desempenho do seu companheiro. A resolução deste problema poderá ser decisiva para as aspirações do piloto e da Mercedes no campeonato.
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