Lewis Hamilton e Max Verstappen lideram fortuna na F1 em 2026

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Lewis Hamilton, com um impressionante património líquido de 586 milhões de dólares, continua a ser o piloto mais rico da Fórmula 1 em 2026. O seu contrato com a Ferrari, avaliado em 70,5 milhões de dólares, é apenas uma parte do seu sucesso financeiro, que é amplificado por uma vasta gama de patrocínios de marcas renomadas como Sony, Puma e Dior. Este dado solidifica a ideia de que a Fórmula 1 é, de facto, um “clube de bilionários”.

No panorama da grelha de 2026, os pilotos estão classificados segundo o seu património estimado. Fernando Alonso, em segundo lugar, possui uma fortuna de 260 milhões de dólares, beneficiando de um contrato de 26,5 milhões com a Aston Martin e de uma ampla rede de patrocinadores. Max Verstappen, que ocupa a terceira posição, tem um património de 210 milhões de dólares, com um contrato na Red Bull que vale 76 milhões.

A lista continua com Charles Leclerc, que, com 125 milhões de dólares, destaca-se não só pela sua performance na pista, mas também pela sua atratividade comercial com marcas como Puma e Richard Mille. Lando Norris, em quinto lugar, detém um património de 60 milhões de dólares, refletindo o seu contrato de 57,5 milhões com a McLaren e a sua própria marca de moda.

O contexto financeiro dos pilotos é influenciado por uma combinação de salários e acordos de patrocínio. Por exemplo, Sergio Perez e Oscar Piastri partilham um património de 50 milhões de dólares, enquanto pilotos como Carlos Sainz, Lance Stroll e Kimi Antonelli também se situam nesse patamar, cada um com contratos e patrocínios que elevam a sua visibilidade e valor no mercado.

Entre os pilotos menos ricos, Arvid Lindblad, o novato da grelha, é o que apresenta um património líquido mais baixo, estimado entre 500 mil e 1 milhão de dólares, devido ao seu salário inicial e à falta de patrocinadores significativos. Em contrapartida, outros como Liam Lawson e Isack Hadjar veem os seus patrimónios a crescer, com valores entre 1,5 milhões e 5 milhões de dólares, respectivamente.

A diversidade de patrocínios e contratos na Fórmula 1 reflete não apenas o talento dos pilotos, mas também a sua capacidade de atrair marcas e investidores. Com a próxima temporada a aproximar-se, será interessante observar como estas dinâmicas financeiras evoluirão e quem emergirá como o próximo grande nome na história da Fórmula 1.

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