George Russell, apesar das dificuldades enfrentadas na primeira metade da temporada de Fórmula 1 de 2026, apresenta um desempenho surpreendente ao superar o seu colega de equipa na Mercedes, Kimi Antonelli, numa estatística importante: a média de posições finais nas corridas. Embora Antonelli tenha conquistado seis das 11 provas, além de um segundo e dois terceiros lugares, Russell regista uma média de posição final superior.
Nos números, Antonelli venceu seis corridas, enquanto Russell apenas duas, tendo também três segundos lugares, duas quartas posições, um sétimo e um 12º lugar nos seus nove resultados classificados. Apesar de Antonelli estar a 59 pontos à frente de Russell no campeonato de pilotos, o britânico apresenta uma média de 3.8, comparado com a média de 4.09 de Antonelli. Este contraste deve-se, em grande parte, aos problemas técnicos e acidentes que ambos os pilotos sofreram durante a temporada.
Russell teve dois abandonos (DNF) nesta época, um no Canadá devido a problemas técnicos e outro na Bélgica por colisão, o que o impediu de ser classificado oficialmente. Por outro lado, Antonelli também teve um incidente técnico em Barcelona, mas completou 90% da corrida, terminando em 16º, e foi penalizado em Silverstone, onde foi classificado em 15º após violação de limites de pista, o que também contribuiu para a sua média.
Ao calcular as médias, os resultados de Antonelli incluem as classificações de Barcelona e Silverstone, enquanto os DNFs de Russell não são contabilizados, pois ele não terminou estas corridas. Assim, a soma dos pontos de Antonelli, que totaliza 45, é dividida pelas 11 corridas em que foi classificado, enquanto os 35 pontos de Russell são divididos apenas pelos seus nove resultados. Apesar de Russell ter uma média melhor que Antonelli, não é a melhor da grelha; Lewis Hamilton, também da Mercedes, apresenta uma média de 3.7 com um histórico que inclui uma vitória, dois segundos, dois terceiros, duas quartas, duas quintas e duas sextas posições.
Este desempenho destaca a competitividade entre os pilotos da Mercedes e levanta questões sobre a consistência e a fiabilidade dos carros, à medida que a temporada avança. As próximas corridas poderão ser decisivas para ambos os pilotos, na luta não apenas pelo título, mas também pela supremacia dentro da própria equipa.
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