Fernando Alonso afirmou que “nenhum pacote no mundo” pode inverter o défice que a Aston Martin enfrenta perante o pelotão da Fórmula 1, mesmo com a introdução do chassis B-spec no Grande Prémio da Hungria. O piloto espanhol reconhece as dificuldades evidentes que a equipa tem enfrentado nesta temporada.
A Aston Martin tem tido um início de época complicado em 2026, sendo a equipa mais lenta do campeonato até ao momento. Apesar do ponto de sorte conquistado por Alonso em Mónaco, que a coloca acima da estreante Cadillac na tabela, a realidade é que a performance do monolugar britânico tem estado aquém das expectativas. No último fim de semana em Spa, a situação manteve-se preocupante.
Alonso não esconde o impacto negativo deste défice, mesmo com a chegada de uma nova especificação do chassis, que normalmente traria melhorias significativas. O piloto considerou que, dadas as circunstâncias atuais, as dificuldades são demasiado grandes para serem anuladas por uma simples atualização técnica.
A próxima etapa do campeonato será o Grande Prémio da Hungria, onde a Aston Martin espera estrear o chassis B-spec. Contudo, Fernando Alonso mantém reservas quanto à capacidade da equipa para recuperar terreno face às restantes concorrentes, sublinhando que o problema é estrutural e que a introdução do novo pacote dificilmente provocará uma reviravolta imediata.
Com este cenário, a Aston Martin enfrenta um desafio crucial para tentar reduzir a distância para as equipas mais rápidas e evitar ficar ainda mais para trás na classificação do Mundial de Fórmula 1. A performance em Budapeste será decisiva para perceber se a nova atualização consegue trazer melhorias palpáveis.
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