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Charles Leclerc alerta para perigo oculto na pista do GP do bahrain

Publicado a 2 de Outubro de 2026, 16h01  ·  Atualizado a 2 de Outubro de 2026, 19h10  ·  2 min de leitura

O essencial

  • Charles Leclerc dominou o segundo treino livre do GP do Bahrein em Malásia com o melhor tempo
  • Pilotos encontraram grandes pedras nos pneus devido à deterioração do asfalto que não foi substituído desde 2017
  • A falta de manutenção prévia causou acúmulo de resíduos na pista, afetando a aderência e estabilidade dos carros

Charles Leclerc, da Ferrari, destacou-se na sessão de treinos livres do Grande Prémio do Barein, em Malásia, ao registar o melhor tempo, mas não deixou de expressar preocupações sobre a degradação da pista. Após a prática de sexta-feira, vários pilotos, incluindo Leclerc, notaram a presença de grandes pedras nos pneus, resultado de uma superfície de asfalto deteriorada. A pista, que não foi completamente substituída desde a última visita da F1 em 2017, apresenta um desgaste que pode afetar a performance durante a corrida.

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O estado da pista já foi problemático em outros eventos este ano, com o asfalto a contribuir para acidentes, como ocorreu em Mónaco e Monza. Em Malásia, embora não houvesse áreas visivelmente problemáticas, os pilotos referiram-se à superfície de forma geral, considerando que a falta de atividade nas três meses anteriores à corrida levou a um acúmulo natural de resíduos. Leclerc afirmou: “Hoje as condições estavam muito, muito, muito más, e estava muito escorregadio. Precisamos de estar atentos ao que será a sensação amanhã, uma vez que a pista esteja em melhores condições.”

O piloto da Haas, Ollie Bearman, também comentou sobre a situação do asfalto, comparando-o ao de Barein em termos de rugosidade, o que resulta em menos aderência e um carro mais instável. “É um pouco menos divertido de conduzir do que em circuitos mais suaves,” disse Bearman, que sublinhou a diversão do layout, apesar do estado deteriorado da pista. Alex Albon, da Williams, corroborou a opinião sobre a superfície, expressando o desejo de que o asfalto fosse melhor, mas reconhecendo que isso cria um carácter interessante para a corrida.

A presença de detritos nos pneus, normalmente visível apenas após os pilotos passarem por áreas de cascalho, foi notada em todos os carros durante os arranques de prática, apresentando mais um desafio para os competidores. Com a possibilidade de estratégias variadas de paragens nas boxes, a corrida promete ser emocionante, apesar das dificuldades apresentadas pela pista.

Redação

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Assinatura colectiva da redação do AutoGear. Assina os textos dos colaboradores da casa, Pedro Albuquerque, Diogo Mota e Vasco Santos, e o acompanhamento diário do desporto motorizado e do mercado automóvel, produzido com apoio de ferramentas automáticas.

A revisão do desporto motorizado é assinada por Diogo Soure, jornalista com longo percurso em televisão e passagem pela SIC, onde foi um dos responsáveis pelo programa Volante. A responsabilidade editorial das restantes áreas é de Ricardo Marques Carvalho, jornalista de automóveis e membro português do júri do International Truck of the Year.

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