Um condutor de um exemplar do Xiaomi SU7 Pro garante que a bateria do seu veículo mantém 94,5% da capacidade após dezoito meses de utilização intensa, durante os quais percorreu 265 000 km, o que significa uma média de 600 km por dia. A informação foi recolhida pela própria marca chinesa, durante uma intervenção de manutenção, e partilhada numa rede social – publicação que despertou a atenção do CEO do fabricante, Lei Jun, que, orgulhoso da proeza, partilhou-a no seu perfil.
A alimentar a motorização totalmente elétrica do Xiaomi SU7 Pro está uma bateria com 94,3 kWh de capacidade. Ora, considerando-se um consumo médio de 18 kWh/100 km, a mesma, em teoria, passou por cerca de 500 ciclos de carga e descarga durante o referido período de utilização. No entanto, segundo informações do proprietário, o número de operações de recarga foi muitíssimo maior, uma vez que existiu a preocupação de respeitar a faixa de utilização ideal, compreendida entre o mínimo de 20% e o máximo de 80% da capacidade.



E o condutor em apreço até já estabeleceu o próximo objetivo de longevidade: ser o primeiro proprietário de um SU7 Pro com bateria CATL (a Xiaomi trabalha com mais dois fornecedores, a CALB e a BYD) a percorrer 600 000 km em três anos, meta que não será difícil de alcançar, mantendo-se o ritmo atual de utilização. Depois, ver-se-á o nível de degradação da bateria…
Em termos de custos de utilização, o proprietário calcula poupanças equivalentes a cerca de €12 000, comparando apenas os consumos de energia ou combustível fóssil, se tivesse percorrido os mesmos quilómetros ao volante de automóvel com motor de combustão interna. E o SU7 Pro mantém as pastilhas de travão originais, prova de que a regeneração de energia, se utilizada corretamente, também poupa o sistema de travagem convencional.
A produção do SU7 terminou recentemente, mas a Xiaomi prepara-se para apresentar uma nova edição da sua berlina elétrica em abril. Recorde-se que a marca ainda só vende automóveis no mercado doméstico








