Mercado automóvel português em alta, dispara 14% em abril

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O mercado automóvel português abriu o segundo trimestre de 2026 com uma declaração de força que ninguém esperava com esta intensidade. Abril foi um mês de números para encostar a cabeça à parede: 24.969 veículos novos matriculados em Portugal, um crescimento de 14,4% face ao mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados mais recentes divulgados pela Associação Automóvel de Portugal. Não é um salto modesto, não é uma recuperação tímida. É uma aceleração plena que confirma o apetite renovado dos portugueses por automóveis novos e coloca o setor numa trajetória que poucos analistas ousavam prever com tanta convicção.

O contexto global não tem sido fácil. As incertezas económicas persistem, as taxas de juro continuam a pesar nas decisões de compra de grande valor e a inflação não desapareceu por completo da conversa das famílias. E ainda assim, o mercado automóvel nacional cresce. No acumulado dos primeiros quatro meses de 2026, Portugal já soma 98.722 viaturas novas, um aumento robusto de 10,2% em relação ao período homólogo de 2025. Quando um setor cresce a dois dígitos num ambiente económico exigente, a mensagem é clara: a confiança do consumidor está de regresso e veio para ficar.

O motor desta explosão tem nome e rosto bem definidos. O segmento de ligeiros de passageiros, que representa mais de 85% das vendas totais do mercado, viveu um abril absolutamente esplêndido. Foram entregues 21.592 automóveis novos durante o mês, um crescimento homólogo de 15,1% que deixa bem clara a disposição dos condutores portugueses para investir em mobilidade nova. Desde janeiro até ao final de abril, o total acumulado neste segmento ascende a 85.651 unidades, com um aumento de 10,8% face ao ano anterior. Estes números traduzem uma realidade concreta e quotidiana: mais famílias a renovar a frota, mais jovens a comprar o primeiro automóvel, mais empresas a apostar em viaturas modernas para as suas equipas comerciais.

Os comerciais ligeiros apresentam uma leitura ligeiramente mais matizada. Em abril, o segmento recuperou com vigor, registando uma subida de 7,7% para 2.719 unidades, mas no acumulado dos quatro primeiros meses do ano ainda não conseguiu superar o desempenho de 2025, registando um ligeiro recuo de 0,8%. Trata-se de uma fase de ajustamento mais do que de preocupação, com a crescente necessidade de renovação das frotas empresariais a apontar claramente para uma recuperação consistente nos meses que se seguem. O mercado de furgões e veículos de transporte ligeiro de mercadorias tem dinâmicas próprias e responde com algum desfasamento às melhorias da atividade económica geral, mas a direção da viagem é inequívoca.

O capítulo mais surpreendente e menos expectável desta história pertence, sem qualquer dúvida, aos veículos pesados. Este segmento, frequentemente ignorado nas grandes manchetes automóveis mas absolutamente vital para medir a saúde da economia real, está literalmente a explodir. Em abril, as vendas cresceram 20,1%, totalizando 658 unidades. No acumulado do ano, o crescimento dispara para uns impressionantes 38,8%, com quase 3.000 veículos pesados novos a circular nas estradas portuguesas desde o início de 2026. Este boom não é acidental. Reflete a enorme procura nos setores do transporte e da logística, que continuam a expandir-se para responder às exigências de uma economia cada vez mais orientada para o comércio eletrónico, a distribuição e a mobilidade de pessoas.

Para além dos números, o setor automóvel português está a ser agitado por novidades que prometem redefinir a experiência de condução no país. A chamada Aquela Máquina, modelo que já conquistou o coração dos entusiastas pela sua versatilidade tanto no contexto urbano como nas estradas abertas, acaba de ganhar uma edição limitada a apenas 750 exemplares. Com afinações drásticas e uma proposta de desempenho de outro nível, esta versão especial foi revelada esta semana na fábrica de Wolfsburg, onde também será produzida a variante elétrica do modelo, reforçando o compromisso da marca com uma mobilidade mais sustentável e tecnologicamente avançada.

O panorama que emerge desta análise é o de um mercado em plena forma, impulsionado por uma combinação vencedora de confiança dos consumidores, inovação tecnológica acelerada e uma aposta nacional clara numa mobilidade moderna e eficiente. Portugal não está apenas a acompanhar a tendência europeia. Em vários segmentos, está mesmo a liderar o ritmo. Os próximos meses prometem ser de grande dinamismo para todos os intervenientes do setor, dos fabricantes aos concessionários, dos compradores particulares às grandes frotas empresariais. O motor está quente e a estrada está aberta.

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