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Toni Breidinger fala sobre ser a primeira mulher árabe-americana na NASCAR

Publicado a 23 de Outubro de 2026, 10h56  ·  2 min de leitura

O essencial

  • Toni Breidinger é a primeira e única mulher árabe-americana na NASCAR com 27 anos.
  • A sua paixão por corridas começou com uma experiência de go-karting que a marcou.
  • Em 2025, Breidinger terminou em 23.º lugar e perdeu o seu lugar na TRICON Garage.
  • A pilota admira Lewis Hamilton e gostaria de tê-lo como mentor na sua carreira.

Toni Breidinger partilhouu as suas reflexões sobre o seu papel como a primeira e única mulher árabe-americana na NASCAR, destacando a importância da sua trajetória no desporto. Com 27 anos, Breidinger tornou-se uma referência no automobilismo feminino, enfrentando desafios significativos para alcançar este marco na sua carreira.

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Na sua recente entrevista à Sweety High, a piloto revelou que a sua paixão por corridas começou com uma experiência de go-karting. “Quando entrei num go-kart pela primeira vez, apaixonei-me pela velocidade, claro. Mas o que realmente me cativou foi a sensação de independência e confiança que senti ao volante”, afirmou Breidinger, revelando a base emocional que a levou a seguir esta carreira.

A piloto também comentou sobre a sua condição de pioneira como mulher árabe-americana na NASCAR, expressando a sua surpresa ao descobrir que era a primeira a alcançar esse feito. “Fiquei surpreendida ao saber que era a primeira, mas depois fiquei desapontada por ninguém ter tido a oportunidade de vir antes de mim. Não levo isso de ânimo leve e espero que a minha jornada ajude a abrir portas para outros”, acrescentou.

Após uma temporada menos bem-sucedida em 2025, onde terminou em 23.º lugar, Breidinger perdeu o seu lugar na TRICON Garage e competiu em várias provas de forma parcial com a Rackley W.A.R e a McAnally–Hilgemann Racing, sem alcançar resultados significativos, sendo o 18.º lugar o seu melhor resultado. Para que possa inspirar a próxima geração, é crucial que recupere a sua carreira e encontre uma equipa onde possa demonstrar o seu talento.

Breidinger também expressou o seu desejo de ter o campeão de Fórmula 1, Lewis Hamilton, como mentor. “Hamilton é alguém que cresci a admirar, tanto dentro como fora da pista. É alguém com quem adoraria sentar e aprender”, disse, destacando a sua admiração por Hamilton, que representa uma minoria no desporto e também se aventurou na indústria da moda, assim como ela.

A piloto sente-se igualmente entusiasmada com a sua carreira na moda, embora afirme que nunca teve um “Plano B”. “Sempre amei moda, por isso é muito giro ter esta quase vida dupla e trabalhar neste espaço também. Nunca tive um 'Plano B', porque se tens um Plano B, significa que não acreditas que o teu Plano A vai funcionar”, concluiu Breidinger, reafirmando a sua dedicação ao automobilismo.

À medida que Toni Breidinger continua a sua jornada no desporto, os olhos estarão postos no seu futuro, enquanto ela luta para estabelecer-se na NASCAR e inspirar jovens da sua comunidade.

Redação

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Assinatura colectiva da redação do AutoGear. Assina os textos dos colaboradores da casa, Pedro Albuquerque, Diogo Mota e Vasco Santos, e o acompanhamento diário do desporto motorizado e do mercado automóvel, produzido com apoio de ferramentas automáticas.

A revisão do desporto motorizado é assinada por Diogo Soure, jornalista com longo percurso em televisão e passagem pela SIC, onde foi um dos responsáveis pelo programa Volante. A responsabilidade editorial das restantes áreas é de Ricardo Marques Carvalho, jornalista de automóveis e membro português do júri do International Truck of the Year.

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