Liam Lawson, piloto neozelandês da Red Bull, está preparado para aproveitar ao máximo a sua oportunidade na equipa principal, surgida após a ausência de Isack Hadjar. A confirmação tardia, recebida apenas na quarta-feira, impôs-lhe um desafio de adaptação rápida, mas a experiência adquirida em Zandvoort dá-lhe confiança para este fim de semana.
Na sua abordagem à corrida, Lawson expressou a sua determinação em maximizar a performance do RB20. “Apenas tentar tirar o máximo partido disso. Mais uma vez, acho que, sim, obviamente é uma posição interessante para mim”, referiu o piloto. Recordando a sua recente passagem pelo Grande Prémio da Holanda, destacou que “Zandvoort, sendo um fim de semana de Sprint, foi bastante stressante a certas alturas, mas no geral foi um bom fim de semana”. Lawson acredita que, com três sessões de treinos disponíveis, a adaptação ao novo ambiente será facilitada.
Sobre a sua preparação, Lawson revelou que soube da sua participação no Grande Prémio na quarta-feira, o que lhe deixou pouco tempo para se preparar. “Estivemos essencialmente à espera para ver. Obviamente, tentando dar ao Isack a melhor hipótese para a sua recuperação também”, explicou. Apesar da pressão, o piloto conseguiu realizar uma sessão de simulador antes do fim de semana, permitindo-lhe um mínimo de preparação.
A complexidade da situação foi acentuada pela necessidade de alternar entre duas equipas e dois carros distintos. “Tenho estado a fazer com as duas, apenas para tentar manter-me pronto para ambas. Obviamente, são duas equipas e dois carros diferentes para conhecer”, afirmou Lawson, sublinhando que as diferenças no comportamento dos monolugares representam um desafio significativo.
Questionado sobre o que torna os carros da Red Bull distintos, Lawson não hesitou em esclarecer: “Tirando a unidade motriz, são muito diferentes de pilotar em termos de… o principal, obviamente na Red Bull, a aderência em alta velocidade é provavelmente o mais impressionante em comparação com o meu carro”. Ele acrescentou que o feedback recebido através do volante e a sensação de condução são muito diferentes, enfatizando a complexidade que isso acarreta na sua adaptação.
Com a pressão de um Grande Prémio a decorrer e a responsabilidade de substituir um colega de equipa, Lawson está focado e preparado para dar o seu melhor, com a clara intenção de mostrar o seu potencial na Fórmula 1.

