Foi o ponto final mais ambicionado para a (bem-sucedida) carreira da quinta geração do Renault Clio em Portugal. Em 2025, o utilitário da marca do losango foi o automóvel novo mais vendido em Portugal, sucedendo, na galeria de campeões nacionais da década, a Dacia Sandero (2024), Peugeot 2008 (2023, 2022 e 2021) e… Renault Clio (2020)! No ano passado, e com o sucessor na rampa de lançamento, a casa francesa vendeu 8242 unidades do Clio, número que corresponde a 3,66% de quota de mercado.
Na tabela dos automóveis novos mais vendidos em Portugal no ano transato, atrás do Clio ficaram Peugeot 2008 (7463 unidades, 3,32% de quota de mercado), Dacia Sandero (6670 unidades, 2,96% de quota de mercado), Dacia Duster (5854 unidades, 2,60% de quota de mercado), e Citroën C3 (5428 unidades, 2,41% de quota de mercado). O automóvel 100% elétrico mais bem posicionado no ranking de 2025 foi o Tesla Model 3, na oitava posição, com 4372 unidades, e 1,94% de quota de mercado. E o Mercedes Classe A, décimo classificado da tabela, foi o automóvel mais vendido entre os oriundos das marcas ditas premium, com um total de 3790 exemplares, correspondentes a 1,68% de quota de mercado.
Segundo a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), seis marcas estiveram representadas no Top 10 dos automóveis novos mais vendidos no mercado nacional (Renault, Peugeot, Dacia, Citroën, Tesla e Mercedes-Benz), três delas por mais do que um modelo: Renault (Clio na primeira posição, e Captur na sétima), Peugeot (2008 no segundo lugar, 208 no sexto, e 308 no nono) e Dacia (Sandero no terceiro posto, e Duster no quarto). Curiosidade: na tabela dos cinquenta automóveis novos mais vendidos em Portugal, no ano passado, 50.ª posição para o Opel Mokka, com 1367 unidades (0,61% de quota de mercado).










