McLaren surpreende e retira nova asa dianteira no GP do canadá

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McLaren surpreendeu no Grande Prémio do Canadá ao retirar a nova asa dianteira no arranque da qualificação sprint, numa decisão inesperada que reflete as dificuldades em extrair o desempenho desejado desta atualização crucial para o seu monolugar de 2026. Após apresentar um pacote de melhorias ambicioso, a equipa campeã mundial viu-se obrigada a recuar e apostar na asa dianteira antiga para garantir estabilidade e confiança aos seus pilotos.

A equipa britânica trouxe para Montreal um segundo conjunto de evoluções, completando o ciclo de atualizações iniciadas em Miami. Entre estas novidades destacava-se a nova asa dianteira, que Lando Norris utilizou durante toda a única sessão de treinos livres de sexta-feira, enquanto Oscar Piastri começou com a asa antiga e depois experimentou a nova configuração durante a mesma sessão.

McLaren revelou que Norris foi o piloto que sentiu maior desconforto com a nova asa, levando ambos os pilotos a regressarem à asa antiga para a qualificação sprint. “Sentimo-nos mais confortáveis com a asa antiga”, afirmou Piastri, justificando a decisão da equipa. Após assegurar o terceiro lugar na qualificação sprint, Norris mostrou que a confiança com a asa antiga foi decisiva, enquanto Piastri garantiu a quarta posição, consolidando a aposta da McLaren para o resto do fim de semana.

Neil Houldey, diretor técnico da engenharia da McLaren, explicou que “a asa dianteira não estava a entregar o desempenho que esperávamos e, no final, optámos por usar a especificação anterior, que deu mais confiança aos pilotos e permitiu-lhes extrair mais performance do carro”. Apesar deste revés, a McLaren reconhece que o pacote de atualizações no seu conjunto contribuiu positivamente para o rendimento global do monolugar.

No entanto, a concorrência não ficou parada. A Mercedes, que introduziu uma série de novidades no seu carro pela primeira vez em 2026, dominou a qualificação sprint, revelando uma vantagem significativa face a McLaren.

Lando Norris não descartou o regresso da nova asa dianteira já no próximo evento, o Grande Prémio de Mónaco, ou no circuito espanhol de Barcelona, onde as características mais convencionais da pista podem favorecer a nova configuração aerodinâmica. “Algumas coisas foram talvez um pouco questionáveis e provavelmente precisamos de mais tempo para rever tudo e analisar os dados”, explicou Norris, referindo-se à asa dianteira. “É uma pista muito estranha, com pouco aderência, onde se sente muito o efeito dos ressaltos e dos kerbs, por isso não conseguimos ter uma representação fiel do que a asa pode realmente oferecer, especialmente em comparação com os dados do túnel de vento.”

O piloto britânico mostrou-se otimista quanto ao progresso da McLaren no geral, destacando que “o resto do carro estava claramente a funcionar bem e senti-me confiante na Q3, especialmente com os pneus macios, talvez pela primeira vez este fim de semana.” Norris concluiu que este é “um bom passo em frente” e que a equipa continuará a trabalhar para melhorar ainda mais o desempenho.

A decisão da McLaren de recuar na asa dianteira em Montreal é um sinal claro da complexidade do desenvolvimento aerodinâmico na Fórmula 1 atual, onde cada detalhe pode ser decisivo para garantir a competitividade. Com o calendário a avançar para circuitos mais tradicionais, a equipa britânica prepara-se para testar novamente as suas inovações, numa luta constante por cada décimo que possa fazer a diferença na temporada.

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