O conhecido SUV regressa como híbrido plug-in, com 204 CV, até 1.000 km de autonomia e muita tecnologia. O Chevrolet Captiva está de volta, mas pouco tem a ver com o SUV que conhecíamos. A nova geração é um modelo híbrido plug-in desenvolvido na China e baseado integralmente no Wuling Starlight S.

Na prática, a Chevrolet adoptou o modelo chinês, redesenhou a frente para lhe dar a sua identidade e colocou os seus logótipos. A plataforma, carroçaria, dimensões, interior e mecânica são partilhados com o Wuling.
204 CV e até 1.000 km
O novo Captiva PHEV combina um motor a gasolina atmosférico de 1,5 litros com um sistema eléctrico alimentado por uma bateria de 20,5 kWh.
A potência combinada chega aos 204 CV, com 310 Nm de binário e tracção dianteira. Em modo eléctrico, a autonomia ronda os 80 km, enquanto a autonomia total pode aproximar-se dos 1.000 km. Com 4,74 metros de comprimento e 2,80 metros de distância entre eixos, o Captiva oferece espaço para cinco ocupantes.

Tecnologia de sobra
Entre o equipamento disponível encontram-se jantes de 18 polegadas, controlo de velocidade adaptativo, bancos com regulação eléctrica, tecto panorâmico, câmaras de 360 graus e vários sistemas de assistência à condução.
No interior, o painel de instrumentos digital tem 8,8 polegadas e o sistema multimédia recorre a um ecrã de 15,6 polegadas.

Produção no Brasil
O novo Captiva será montado no Brasil, na fábrica do Ceará, utilizando kits provenientes directamente da China. A General Motors ainda não revelou a data exacta para o início da produção.
Por enquanto, não existe indicação de um regresso à Europa. Mas uma coisa é certa: o Captiva que muitos portugueses conheceram mudou completamente de identidade, e agora tem ADN chinês.


