Lewis Hamilton e Fernando Alonso juntaram-se a uma seleta lista de lendas da McLaren no Grande Prémio de Mónaco para celebrar a marca histórica dos 1.000 Grandes Prémios da equipa. Este momento especial assinala também os 60 anos desde que Bruce McLaren participou na primeira corrida da equipa, precisamente em Mónaco, no ano de 1966.
Ambos os pilotos, que foram companheiros de equipa em 2007, agora a representar Ferrari e Aston Martin respetivamente, posaram ao lado de algumas das figuras mais emblemáticas da história da McLaren, numa cerimónia que reuniu 11 dos 15 pilotos vivos que já venceram uma corrida ao volante de um McLaren. O evento contou ainda com a presença do chefe da Fórmula 1, Stefano Domenicali, reforçando a importância deste marco no panorama do desporto motorizado.
Entre os ausentes estiveram Alain Prost, Jenson Button, Kimi Räikkönen e Daniel Ricciardo, pilotos que também conquistaram vitórias pela equipa. No total, os presentes somam 93 das 203 vitórias que a McLaren alcançou ao longo da sua ilustre história.
A formação histórica que marcou presença na pista onde tudo começou incluiu, da esquerda para a direita: David Coulthard (12 vitórias), Heikki Kovalainen (1), Fernando Alonso (4), Mika Häkkinen (20), Oscar Piastri (ainda sem vitórias mas promissor), Andrea Stella, Stefano Domenicali, Zak Brown, Lando Norris (11), Emerson Fittipaldi (5), Gerhard Berger (3), Juan Pablo Montoya (3), John Watson (5) e Lewis Hamilton (21).
Este encontro entre passado e presente sublinha a rica herança da McLaren na Fórmula 1, celebrando não só as conquistas desportivas como também a continuidade e paixão que mantêm a equipa no topo do desporto automóvel mundial. A celebração dos 1.000 Grandes Prémios é um marco que reforça o legado do construtor britânico, cujo impacto é sentido desde as primeiras corridas até ao dia de hoje, com novos talentos e campeões de renome a perpetuarem a história de sucesso da McLaren.
