Liam Lawson antecipa desafio quase impossível no grande prémio da hungria

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Liam Lawson enfrenta um desafio quase impossível para a corrida do Grande Prémio da Hungria, após ter falhado o apuramento para a Q3 por escassos 0,126 segundos, terminando em 11.º lugar na qualificação. O piloto da Racing Bulls sentiu que o carro tinha ritmo suficiente para avançar, mas um erro na primeira volta da Q2 comprometeu a sua performance, deixando-o numa posição complicada para ultrapassar num circuito conhecido pela dificuldade em conseguir essa manobra.

Na qualificação realizada no circuito de Hungaroring, Lawson foi eliminado logo na Q2, enquanto o seu companheiro de equipa, Arvid Lindblad, conseguiu garantir o 9.º lugar, beneficiando de um desempenho mais consistente ao longo do fim de semana. O tempo de Lawson ficou muito perto do corte, mas não o suficiente para continuar na luta pela pole position.

Após a sessão, Lawson mostrou-se desiludido com o seu próprio desempenho e apontou as causas do insucesso: “Conduzi muito mal na Q2; é pena, porque o carro esteve muito, muito bom este fim de semana”, afirmou ao RacingNews365. O piloto explicou ter tido um bloqueio de rodas na primeira metade da sua volta na Q2, que o fez perder a referência para a última parte da volta. “As primeiras voltas foram lentas, talvez demasiado, e os pneus dianteiros estavam em condições terríveis no início da volta. Foi uma volta bastante mal conduzida e temos de analisar isso.”

Lawson acredita que, apesar do desapontamento na qualificação, o carro tem potencial para a corrida, embora reconheça as dificuldades que vai enfrentar para ultrapassar no traçado húngaro: “Tivemos um bom ritmo nos treinos livres 3 e fizemos uma boa simulação de corrida, por isso espero que o carro esteja rápido na prova. Mas ultrapassar aqui é basicamente impossível, vai ser muito difícil.”

A próxima fase do campeonato coloca Lawson numa situação em que terá de lutar arduamente para ganhar posições e minimizar o impacto da sua má qualificação no campeonato. A capacidade de gestão dos pneus e a estratégia de corrida serão cruciais para tentar recuperar terreno num Grande Prémio de características técnicas e de poucas oportunidades de ultrapassagem.