Volkswagen ID.3 GTI estreia com 326 CV e 601 km de autonomia
O primeiro GTI 100% elétrico da Volkswagen é também o mais potente da história da sigla. Tem 326 CV, tração traseira e faz 0-100 km/h em 5,6 segundos.
A Volkswagen revelou o novo ID.3 GTI, a primeira interpretação totalmente elétrica da famosa sigla desportiva. Com 240 kW (326 CV) e 545 Nm, o compacto torna-se o GTI de produção mais potente de sempre.
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A potência é enviada para as rodas traseiras e permite acelerar dos 0 aos 100 km/h em 5,6 segundos. A velocidade máxima está limitada a 200 km/h. De série, o ID.3 GTI inclui Launch Control, direção progressiva, suspensão adaptativa DCC e um novo modo de condução GTI, que altera a resposta do motor, direção e chassis.
Visual à altura do nome
O ID.3 GTI não esconde as suas intenções. A dianteira recebe a tradicional faixa vermelha, grelha em padrão de favo de mel e elementos aerodinâmicos específicos, enquanto as jantes Wörthersee de 20 polegadas reforçam a postura desportiva.
A cor Vermelho Tornado, recuperada da história do Golf GTI, é uma das cinco opções disponíveis.
No interior, o ambiente é dominado pelo preto e vermelho, com bancos desportivos de padrão Superclark, volante específico com marcação vermelha às 12 horas e instrumentação digital com conteúdos GTI.

601 km de autonomia
A alimentar o motor traseiro está uma bateria de 79 kWh úteis, suficiente para uma autonomia máxima de 601 km. O carregamento rápido até 183 kW permite passar dos 10 aos 80% em cerca de 29 minutos.
Apesar do foco no desempenho, a Volkswagen promete manter a versatilidade do ID.3, incluindo espaço para utilização familiar e tecnologias como o vehicle-to-load, que permite alimentar ou carregar equipamentos externos.
A pré-venda do Volkswagen ID.3 GTI começa no início de 2027. O preço para Portugal ainda não foi divulgado.
AutoGear · 436 artigos
Jornalista de automóveis, especializado em testes. É diretor da revista Comerciais & Pesados e o membro português do júri do International Truck of the Year. Editor dos sites da Revista Carros e Motores e da Revista Motos, e colaborador permanente do Jornal das Oficinas e da Revista dos Pneus, publicações de referência no pós-venda automóvel. Formado pela Universidade Autónoma de Lisboa. No AutoGear escreve sobre mercado, novidades e mobilidade elétrica.