A Tesla despediu-se de 2025 pouco depois de comemorar a produção de nove milhões de automóveis elétricos. Fê-lo com uma unidade do Model Y, o best-seller da empresa de Elon Musk, e automóvel mais vendido a nível mundial.
O “Tesla 9 milhões” saiu da linha de montagem da maior fábrica da marca norte-americana em todo o mundo: instalada em Xangai, em funcionamento desde o final de 2019, primeira do género na China detida, integralmente, por uma empresa que não é de origem, ou não tem participação, chinesa, e destinada a garantir, principalmente, o fornecimento do mercado chinês, embora parte importante da produção tenha como destino a exportação. A capacidade instalada excede o milhão de automóveis por ano, e, em agosto de 2022 (isto é, em pouco mais de dois anos e meio de operações), a unidade industrial já tinha produzido o automóvel número um milhão, para, em setembro de 2023, ter comemorado o dois milhões. Seguiram-se os três milhões, em outubro de 2024, e o quatro milhões, a 8 de dezembro de 2025.
De acordo com dados recentes do CnEVPost, nos primeiros onze meses de 2025, a casa de Palo Alto vendeu 754 651 automóveis a nível global. O construtor, todavia, está confrontado com decréscimo na procura – em novembro, na China, quinto mês consecutivo de quebra, na comparação com o período homólogo de 2024. E, na Europa, mantém-se a tendência de retrocesso, com decréscimo de 34,2%, igualmente no frente a frente com novembro de 2024, para apenas 12 130 unidades, razão por detrás de diminuição significativa na quota de mercado, de 2,1% para 1,4%.








