Sergio Perez Revela a Dura Realidade de Ser Companheiro de Equipa de Max Verstappen: “O Pior Trabalho na F1”
Num revelação chocante que enviou ondas pela comunidade da Fórmula Um, o ex-piloto da Red Bull, Sergio Perez, expôs a sombria verdade da sua experiência como companheiro de equipa do campeão em título Max Verstappen. À medida que Perez se prepara para o seu regresso na temporada de 2026 com a Cadillac, não se conteve em partilhar os desafios e o caos que definiram o seu tempo no auge do desporto motorizado.
Durante uma aparição franca no podcast de Oswaldo Trava, Perez descreveu abertamente a luta de competir ao lado de Verstappen, classificando-a como “o pior trabalho que existe na F1.” Esta afirmação toca num ponto sensível, especialmente ao examinar o contraste acentuado nas suas métricas de desempenho ao longo das 90 corridas que partilharam—Verstappen triunfou 53 vezes, enquanto Perez conseguiu apenas cinco vitórias. Os dados falam por si, mas o custo emocional é o que realmente ressoa com os fãs e analistas.
“Estava na melhor equipa, mas era complicado,” confessou Perez, lançando luz sobre a intensa dinâmica dentro da garagem da Red Bull. Ele insinuou uma tensão generalizada, apontando que mesmo quando superava Verstappen, isso tornava-se uma fonte de atrito em vez de um motivo de orgulho. “Se eu fosse mais rápido que o Max, era um problema,” lamentou, pintando um quadro de uma atmosfera tóxica onde a competição era sufocada em vez de incentivada.
As implicações das declarações de Perez são profundas, sugerindo que a gestão da Red Bull pode ter preferido um colega de equipa dócil para o seu piloto estrela, em vez de alguém que pudesse desafiá-lo genuinamente. “Na Red Bull, tudo era um problema,” reiterou, enfatizando o ambiente tóxico que prejudicou o seu desempenho.
Além disso, Perez não hesitou em abordar as questões mais amplas que afligem a equipa. Acusou a Red Bull de desperdiçar a oportunidade de dominar o desporto durante uma década, uma chance que lhes escapou entre os dedos à medida que equipas rivais como a McLaren, liderada por Lando Norris, começaram a emergir vitoriosas. “Tínhamos a melhor equipa, infelizmente tudo foi destruído,” lamentou, refletindo sobre o potencial perdido que poderia ter sido alcançado em circunstâncias diferentes.
Em outra discussão reveladora num podcast separado, Perez elaborou sobre a frenética atenção da mídia em torno das suas dificuldades, que ele afirma ter servido como um cortina de fumo para a agitação mais significativa dentro da hierarquia da Red Bull, incluindo a turbulência em torno do ex-principal da equipa, Christian Horner. “Havia tanta pressão naquele ano,” observou, destacando como o foco no seu desempenho desviou a atenção do caos que envolvia a equipa.
Estas confissões sinceras de Sergio Perez não apenas iluminam as suas experiências pessoais, mas também alimentam a narrativa em curso de conflitos internos na Red Bull Racing. À medida que se prepara para o seu próximo capítulo na Fórmula Um, fãs e críticos estarão a observar atentamente para ver se ele consegue desafiar as probabilidades e demonstrar que as suas dificuldades não foram um reflexo do seu talento, mas sim uma consequência do ambiente tumultuoso na Red Bull.
À medida que a temporada de 2026 se aproxima, uma coisa é clara: a jornada de Sergio Perez está longe de terminar, e as revelações do seu passado podem ser o catalisador para um regresso espetacular. O mundo da Fórmula Um observa com grande expectativa.








