Red Bull Defende-se de Acusações de Manipulação de Motor: “É Apenas uma Grande Confusão!”
Num desfecho chocante que enviou ondas através da comunidade da Fórmula 1, a Red Bull Racing encontra-se no centro de uma controvérsia crescente sobre a potencial manipulação das especificações do motor. À medida que a contagem decrescente para a temporada de 2026 começa, sussurros de impropriedade surgiram, sugerindo que as principais equipas, particularmente a Red Bull e a Mercedes, podem estar a contornar as regras relativas às razões de compressão do motor para obter uma vantagem competitiva.
O cerne da questão reside nas rigorosas regulamentações que limitam a razão de compressão dos motores a 16:1, um valor medido à temperatura ambiente com o motor desligado. Relatórios indicam que estas equipas podem ter descoberto um método engenhoso para aumentar esta razão enquanto o motor está em funcionamento, aproveitando a expansão dos materiais a altas temperaturas. Esta alegada artimanha poderia proporcionar uma vantagem impressionante de três décimos de segundo por volta, um impulso potencialmente transformador no mundo de alta pressão das corridas de F1.
No entanto, o diretor técnico da Red Bull, Ben Hodgkinson, rejeitou veementemente estas alegações durante a apresentação da nova decoração do Red Bull RB22. Falando à imprensa, Hodgkinson declarou: “Qualquer engenheiro que não compreenda o conceito de expansão não deveria estar neste desporto. O nosso trabalho depende de entender como os materiais se comportam sob diferentes temperaturas, pressões e tensões.” Ele enfatizou que as regulamentações definem claramente o processo de medição da razão de compressão, que deve ocorrer à temperatura ambiente, conforme especificado na documentação oficial.
Abordando ainda os rumores que circulam, Hodgkinson notou: “Parece haver um certo nervosismo entre vários fabricantes de motores, temendo que alguns estejam a empregar truques de engenharia engenhosos. Honestamente, não sei quanto crédito dar a estas especulações. Depois de anos neste negócio, parecem meros sussurros.” Ele afirmou com confiança: “Sei o que estamos a fazer, e estou certo de que é tudo legal. Naturalmente, estamos a levar os limites permitidos das regras ao máximo, e ficaria surpreendido se outros não estivessem a fazer o mesmo. Este alvoroço é apenas uma grande confusão sobre nada—um grande espetáculo!”
À medida que a FIA se prepara para se reunir a 22 de janeiro para abordar estas alegações com os fabricantes de motores, a tensão é palpável e os riscos nunca foram tão altos. A Red Bull sairá ilesa, ou este escândalo transformará-se em algo muito mais prejudicial? Uma coisa é certa: o mundo da Fórmula 1 está à beira do assento, à espera de resoluções numa drama que promete remodelar o panorama do campeonato.








