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AutoGear

Mercedes Classe S (quase totalmente) renovado chega no final do ano

Redação by Redação
Fevereiro 3, 2026
in Destaque, Novidades
Reading Time: 10 mins read
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Mercedes Classe S (quase totalmente) renovado chega no final do ano

Die neue S-Klasse. Stuttgart, 2026. Lackfarbe: MANUFAKTUR black sparkling Exterieur: AMG Line Interieur: MANUFAKTUR tiefweiß / schwarz; Exklusiv-Paket The new S-Class. Stuttgart, 2026. Exterior colour: MANUFAKTUR black sparkling Exterior: AMG Line Interior: MANUFAKTUR deep white/black; Exclusive Package

Cinco anos depois da apresentação do modelo internamente conhecido pela sigla de código W223 (Setembro de 2020), a Mercedes acaba de anunciar a primeira atualização importante da sétima geração da berlina que adotou a designação Classe S apenas em 1972, ano em que os automóveis da casa da estrela passaram a contar com uma nova nomenclatura. E a modernização do topo de gama coincide com duas efemérides fundamentais para a empresa sedeada em Estugarda: os 140 anos da produção do seu primeiro automóvel, o Benz Patent-Motorwagen, e o 100º aniversário da criação da própria marca.

Com chegada ao mercado prevista lá mais para o final do ano, o Classe S de 2026, comparado com o de 2020, apresenta novidades no design, no equipamento e nas motorizações, com o fabricante germânico a anunciar mais de 2700 componentes novos. Trata-se, portanto, da maior atualização de meio de ciclo alguma vez realizada pela Mercedes no seu topo de gama, que passa a contar com elementos como a estrela instalada no capot agora iluminada, os faróis com tecnologia Digital Light, e, até, os cintos de segurança aquecidos –nenhum detalhe foi desprezado para o modelo poder manter estatuto de referência numa categoria em que é número um desde o primeiro dia!

A Mercedes tem compromisso com a inovação, e reafirma-o com o revisto Classe S, em que mais de 50% dos componentes são novos. E, assim, a berlina de luxo apresenta-se, mais uma vez, como um portento, quer em requinte, quer em tecnologia, ao mesmo tempo, e nas suas palvaras, exteriorizando “a essência da marca: o espírito pioneiro, a excelência da engenharia, a qualidade de construção. e a sensação do ‘bem-vindo a casa’, características que sempre associamos a este automóvel”.

O construtor teutónico garante que não poupou esforços, nem investimentos, para cumprir tudo o que estava inscrito num muito ambicioso caderno de encargos, que obrigava a um programa de atualização entre os mais extensivos e intensivos de sempre num automóvel que está só a meio do seu período de vida. O plano perseguia progressos em todas as áreas, da engenharia à digitalização, do conforto ao luxo.

O Classe S mantém as dimensões originais do W223 de 2020 (5179 mm  ou 5289 mm de comprimento, 3106 mm ou 3216 mm de distância entre eixos, correspondendo as quotas maiores à limousine derivada da berlina…), mas conta com um visual mais expressiva, garantido pela grelha dianteira, agora iluminada, cerca de 20% mais larga, e com muitas estrelas cromadas tridimensionais. E, acima, no capot, a emblemática estrela pode, também, ser iluminada, fazendo parte de uma muito extensa lista de opcionais, como é habitual na Mercedes. A isto há que adicionar os faróis de novo desenho com tecnologia Digital Light (micro-LED), com mais 40% de alcance de luz, não tendo o aumento da visibilidade impedido a redução do consumo de energia. 

Entre as funções do sistema de iluminação destaca-se a Ultra Range (máximos), com um alcance máximo de 600 metros – o equivalente a cerca de seis campos de futebol –, e a adaptação da direção e da intensidade de feixe de luz, de forma a impedir o encadeamento dos outros utilizadores da via. Com base nas informações registadas por câmara, ou fornecidas pelo mapa inteligente do sistema de navegação, as luzes de curva adaptam-se de forma precisa às características das estradas.

Os farolins traseiros também foram modernizados, exibindo três estrelas integradas em cada qual, o que aumenta a sensação de pertença do Classe S à família de modelos da Mercedes. E os retrovisores exteriores ganharam a capacidade de projeção do nome da marca alemã no piso, quando se tranca ou destranca o veículo. Também novas são as jantes de 20’’, estando, igualmente, disponível um conjunto vastíssimo de opcionais, e possibilidades de personalização praticamente infinitas (programa “Manufaktur”).

O atualizado Classe S conta com a mais recente versão do sistema operativo da Mercedes-Benz (MB.OS), com arquiteturas elétrica e eletrónica orientadas para os serviços. Este supercomputador refrigerado por líquido dá vida a praticamente tudo no automóvel, do sistema de infoentretenimento aos sistemas que influenciam a condução e o desempenho dinâmico. A marca reivindica um processamento mais rápido, uma maior capacidade de computação e, sobretudo, uma experiência mais integrada.

Este novo MB.OS concentra todos os sistemas num ecossistema inteligente único, e é a base quer do MB.Drive (assistências à condução), quer do MBUX (multimédia). O MB.Drive do Classe S dispõe de dez câmaras exteriores, cinco radares e doze sensores ultrassónicos, que trabalham em conjunto com uma unidade de controlo, de alto desempenho, e algoritmos de inteligência artificial treinados com dados registados pela frota de viaturas da Mercedes, a razão por detrás das capacidades de condução automatizada.

Entre o equipamento de série, referência pra o MB.Drive Assist, com funções como o cruise control adaptativo com assistentes de direção e de mudança de faixa de rodagem – inclui programa que atua no volante para evitar colisões (não cumprindo esse objetivo, mitiga as consequências). Em autoestrada, o assistente proativo de mudança de faixa de rodagem é capaz de manobras quase autónomas. Entre os extras, a marca alemã propõe o MB.Drive Assist Pro,.para paragens automáticas em semáforos e nos sinais de Stop – anunciam-se mais funções na loja digital da Mercedes, mas o recurso a algumas encontra-se dependente da aprovação no mercado local. Por isso, numa primeira fase, tecnologia proposta só na China (depois, e apenas quando os regulamentos o permitirem, introdução nos EUA e na Europa). Na segurança passiva, como destaque principal, o facto de o novo Classe S poder contar com até quinze airbags.

O Classe S mantém o MBUX Superscreen enquanto equipamento de série, com dois ecrãs instalados sob uma superfície contínua em vidro. O central tem 14,4’’, e é base do sistema de infoentretenimento, e de diversas funções do veículo (conetividade, entretenimento, e programas de assistência à condução e conforto); o do passageiro dianteiro mede 12,3’’ e é invisível para o condutor, o que muito minimiza o risco de distrações. O ecrã do painel de instrumentos mantém as dimensões (12,3’’), mas ganha a possibilidade de, em opção, exibir todas as informações em 3D.

Na quarta geração do sistema MBUX, a inteligência artificial (AI) passa a desempenhar um papel muito mais relevante, com ChatGPT4 e Google Gemini a combinarem-se num único sistema, para oferecer o máximo de potencialidade em termos de interação. O assistente virtual (ainda chamado a partir da frase “Hey Mercedes”) torna-se mais intuitivo e inteligente, com capacidade de diálogo natural, e até com memória de curto-prazo.

Esse assistente virtual irá aparecer como um avatar no menu de base (“Zero Layer”), podendo ser selecionado o formato de uma figura humana, ou um mais figurado “LittleBenz”. A interface de utilização do “Zero Layer” apresenta as aplicações mais recentes, pastas personalizáveis, e controlo facilitado, como um smartphone. A Mercedes garante que mais de 40 aplicações – de vídeo, áudio ou produtividade – podem ser instaladas no sistema, estando o portfólio em permanente expansão.

A navegação tem por base o Google Maps, resultando de parceria entre a Google e a Mercedes-Benz, beneficiando da já mencionada inteligência artificial para pesquisa de rotas e de pontos de interesse. O condutor passa a beneficiar, ainda, da integração dos sistemas de segurança com uma representação tridimensional da envolvência do modelo (MBUX Surround Navigation), proporcionando informações em tempo real. A função de realidade aumentada, via head-up display, também está presente, com setas dinâmicas, recomendação de vias, e pontos de interesse sobrepostos sobre o campo de visão.

De resto, estão prometidas, ainda, funções de produtividade, como o MBUX Notes (para tirar notas ditadas, compiladas e melhoradas por via da IA), e o MBUX Calendar, que retém os eventos mais importantes. A ligação à Mercedes-Benz Intelligent Cloud permite atualizações remotas para inúmeras funções do veículo. As opções de áudio compreendem duas variantes da Burmester, a mais completa com tecnologia surround 4D e Dolby Atmos, para uma experiência de nível superior.

Como é apanágio da Mercedes, o Classe S incorpora muitos conceitos de refinamento a bordo, traduzidos em revestimentos cuidados, novos painéis das portas, consola central reinterpretada, e novas funções de iluminação ambiente. Dois smartphones podem ser carregados sem fios na consola central, ascendo a potência de carregamento via USB-C a 100 W. O volante multifunções recupera alguns controlos físicos, como a “roda” para o áudio.

Atrás, os passageiros têm direito a uma experiência de primeira classe, disponível nas duas versões de distância entre eixos. Na versão mais comprida e espaçosa, o lounge traseiro de quatro lugares conta com uma consola central alongada, escondendo portas de carregamento USB-C, espaço de arrumação, e compartimento refrigerado. Há ainda mesas rebatíveis, e um sistema de infoentretenimento traseiro composto por dois ecrãs de 13,1 “polegadas,” dois controlos remotos, e a possibilidade de efetuar conferências vídeo via Microsoft Teams, Zoom ou Webex.

Além disso, para melhorar o conforto térmico, a marca implementa cintos de segurança aquecidos, com temperatura até 44º C, para os passageiros dianteiros. O Classe S recorre ainda a um controlo digital para as saídas de climatização.

Já a gama de motorizações aposta em diferentes opções a gasolina e Diesel, sempre eletrificadas, embora em diferentes moldes. A versão topo de gama é a S 580 4Matic, com motor V8 biturbo de 537 cv e 750 Nm, e tecnologia mild hybrid para assistir nas prestações e na eficiência. Identificado pela sigla M 177 Evo, este propulsor recebeu melhorias ao nível do sistema de injeção e da admissão, e conta com uma cambota plana com ordem de ignição revista, a que se juntam os melhoramentos operados nos componentes do sistema de sobrealimentação. Quanto às variantes S 450 4Matic e S 500 4Matic, recorrem ao seis cilindros em linha a gasolina (M 256 Evo), com 381 cv e 449 cv, respetivamente, e um binário máximo de 640 Nm.

Como a Mercedes não abandona (ainda) os Diesel, o Classe S será proposto nas derivações S 350 d 4Matic, com 313 cv, e S 450 d 4Matic (367 cv), ambas animadas pelo seis cilindros em linha OM 656 Evo, e já capazes de cumprir as normas de emissões vindouras. Por exemplo, a Mercedes indica que este motor estreia, em modelos de produção em série, um conversor catalítico aquecido eletricamente, para um mais rápido e eficiente pós-tratamento dos gases de escape.

Estas versões contam sempre com tecnologia mild-hybrid, a cargo de um sistema a 48 V, com motor de arranque/gerador integrado (ISG), capaz de entregar 23 cv adicionais, para ajudar nas prestações e na redução de consumos e de emissões. Com isto melhorando, também, o refinamento do sistema start-stop, e a alimentação de acessórios em momentos de paragem do motor térmico no trânsito.

Por último, as variantes híbridas plug-in (PHEV), na forma do S 450 e com Tecnologia Híbrida EQ (rendimento combinado de 435 cv  e 680 Nm), e do S 580 e 4Matic com tecnologia híbrida EQ (rendimento combinado de 585 cv e 750 Nm), em ambos os casos conjugando o seis cilindros em linha a gasolina com um motor elétrico mais potente (163 cv). A potência combinada varia, pois, em função do debitado pelo motor térmico:326 cv no primeiro caso, 449 cv no segundo, sempre em combinação com uma bateria com 21,96 kWh de capacidade, para uma autonomia de até 118 km em modo 100% elétrico.

O Classe S monta, também, de série, a suspensão pneumática adaptativa Airmatic, com amortecimento inteligente, e, opcionalmente, conjugada com a tecnologia E-Active Body Control. Em qualquer dos casos, é de realçar a capacidade do sistema prever desníveis na estrada, e preparar a suspensão para lidar com os mesmos de forma proativa, evitando movimentos de carroçaria desconfortáveis. Além disso, a regulação inteligente do amortecimento funciona em combinação com os sistemas Airmatic e E-Active Body Controll, com informação obtida de outros veículos, a partir da comunicação “Car-to-X”, e de dados em nuvem. O eixo traseiro direcional, com ângulo de viragem de 4,5º é de série (opcionalmente, com 10º de ângulo de viragem), melhorando a agilidade e a estabilidade dentro e fora da cidade.

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