Formula E em Turmoil: Dan Ticktum Liberta Fúria Sobre Padrões de Arbitragem Chocantes
Num desabafo incendiário que enviou ondas de choque pela comunidade do automobilismo, Dan Ticktum criticou brutalmente o estado das corridas e da arbitragem na Formula E, comparando o ambiente atual a “gaiolas de kart de aluguer.” Esta declaração explosiva surge na sequência de um início desastroso da temporada 2025/26, onde o piloto da CUPRA KIRO falhou chocantemente em marcar um único ponto.
Os problemas de Ticktum começaram na prova de abertura em São Paulo, onde partiu da primeira fila, mas foi atingido por Nyck de Vries da Mahindra, resultando num furo danoso que o forçou a uma retirada precoce. A angústia continuou no México, onde o britânico se viu envolvido em mais uma colisão — desta vez com Antonio Felix da Costa. O caos explodiu na Curva 5, após um incidente anterior envolvendo Maximilian Gunther. No entanto, os comissários optaram por não impor penalizações, citando “vários elementos infelizes” e considerando o contacto inicial “demasiado menor.” Ticktum discorda veementemente, declarando que as decisões de arbitragem são absolutamente inaceitáveis.
“Estive a tentar não dar cabeçadas na parede,” lamentou Ticktum nas redes sociais, recontando a sua frustração sobre os eventos do fim de semana. “Estava em P5 ou P6 após um bom início quando fui atingido e perdi três lugares. O piloto que colidiu comigo nem sequer recebeu uma penalização! Como é que isto pode ser aceitável num campeonato do mundo?” A sua voz transbordava indignação enquanto continuava, “O carro de segurança saiu por outro incidente, e depois, algumas voltas mais tarde, voltei a ser uma vítima. A minha corrida acabou devido a danos na suspensão.”
A essência da explosão de Ticktum centrou-se na alarmante falta de supervisão eficaz na Fórmula E. “Podemos não ser a F1, mas somos promovidos como um campeonato mundial,” afirmou. “É inaceitável que a FIA não identifique incidentes críticos. As pessoas estão a escapar-se com demasiado, levando a um caos que lembra o karting de aluguer, onde os pilotos fazem manobras de forma imprudente sem consideração.”
Para agravar a situação, o colega novato de Ticktum, Pepe Marti, esteve envolvido num acidente que desencadeou uma bandeira vermelha em São Paulo após subestimar um amarelo em todo o circuito, resultando no seu carro a voar pelo ar. Embora Marti tenha sido penalizado com um início na última fila no México e uma paragem de 10 segundos para uma mudança completa de powertrain, ele ainda conseguiu salvar seis pontos com um sétimo lugar após uma notável recuperação tardia.
Ticktum refletiu sobre o sucesso do seu colega, apesar de vários contratempos, dizendo: “Não quero ver o pêndulo a oscilar demasiado para o outro lado e arruinar as corridas, mas neste momento, simplesmente não está certo.” Ele expressou incredulidade em relação à disparidade nas suas performances: “Classifiquei-me em segundo e sexto nas duas primeiras corridas, no entanto, o meu colega está à minha frente no campeonato. Levanta a questão: qual é o ponto de se qualificar? Mais valia começar de trás, esperar pelo caos, e conservar energia para avançar.”
Com as frustrações a transbordar, a crítica franca de Ticktum lança um holofote claro sobre a necessidade urgente de reforma na supervisão e gestão de corridas da Fórmula E. À medida que a temporada avança, os fãs e concorrentes estarão a observar de perto para ver se as mudanças necessárias são feitas, ou se o caos continuará a reinar supremo na série de corridas totalmente elétricas.







