AutoGear
  • Novidades
  • AutoGear TV – Ensaios
  • Mobilidade Sustentável
  • Testes
  • Desporto
    • Formula 1
      • Classificações
    • Formula E
    • Circuitos
    • WRC
    • Ralis
    • TT
    • WEC
  • Português
    • Português
    • Italiano
    • Français
    • Español
    • English
    • Deutsch
    • 日本語
No Result
View All Result
AutoGear
  • Novidades
  • AutoGear TV – Ensaios
  • Mobilidade Sustentável
  • Testes
  • Desporto
    • Formula 1
      • Classificações
    • Formula E
    • Circuitos
    • WRC
    • Ralis
    • TT
    • WEC
  • Português
    • Português
    • Italiano
    • Français
    • Español
    • English
    • Deutsch
    • 日本語
No Result
View All Result
AutoGear

Carregamentos rápidos: baterias perdem 2,3% da capacidade por ano

Redação by Redação
Janeiro 16, 2026
in Mobilidade Sustentável, Novidades
Reading Time: 3 mins read
0
Carregamentos rápidos: baterias perdem 2,3% da capacidade por ano

Batterietechnologien der Zukunft: Mercedes-Benz eCampus am Stammsitz Stuttgart-Untertürkheim eröffnet Battery technologies of the future: Mercedes-Benz eCampus opens at Stuttgart-Untertürkheim headquarters

Um estudo sobre a saúde das baterias dos automóveis elétricos poermitiu concluir que a potência de carregamento é o fator que mais influencia a respetiva condição e durabilidade. Segundo a Geotab, empresa especializada em gestão de frotas e soluções de conetividade, a sua degradação média anual é de 2,3%, (1,8% no relatório apresentado em 2024), aumento que resulta, refere a mesma fonte, da dependência cada vez maior dos postos de corrente contínua.

Um dado importante quando se sabe que o nível de degradação das baterias dos automóveis elétricos continua no topo das preocupações de todos os Seus utilizadores. Os dados da Geotab demonstram que a tecnologia um rendimento consistente durante muitos anos, mesmo com o aumento dos carregamentos rápidos. Para o estudo mais recente, Foram considerados os dados reais de mais de 22 700 automóveis, de 21 marcas, e vários anos de informações telemáticas. E, após a análise desses registos, chegou-se às conclusões acima apresentadas – seja o aumento da média, seja a razão por detrás do mesmo.

Ainda assim, e também de acordo com a Geotab, registam-se variações consoante as rotinas de carregamento: nos automóveis que recorrem intensivamente a operações com potências acima de 100 kW, a velocidade de degradação da bateria é maior, com uma média de até 3%/ano. Utilizando-se mais o carregamento com corrente alternada (CA), e potências abaixo de 100 kW, a média baixa para 1,5%. Existem mais fatores com impacto neste item, nomeadamente o clima: nas regiões mais quentes, a degradação é cerca de 0,4% superior/ano, comparativamente ao que sucede com os automóveis que circulam em climas temperados.

A degradação da bateria acontece naturalmente, e reduz, com o tempo, a quantidade de energia que esta tem capacidade de armazenar. O estado deste componente vital para os automóveis elétricos é medido com recurso a avaliação do seu estado de saúde (“State of Health” – SOH), iniciando-se nos 100% de capacidade útil. Depois, progressivamente, perde faculdades. Por exemplo, uma bateria com 60 kWh de capacidade, e um SOH de 80%, comporta-se, na prática, como uma com 48 kWh de capacidade, o que reduz, obviamente, a autonomia.

Sendo a vida útil das baterias uma preocupação tanto para os condutores particulares, como para os gestores de frotas, muitas empresas do setor procuram compreender a maneira como estas envelhecem em função da carga, do clima e dos padrões de utilização. Esta observação permite aos operadores uma gestão mais rigorosa do desempenho, uma proteção maior da saúde da bateria, e, sobretudo, uma tomada de decisão mais informada sobre a atribuição de veículos e as estratégias de recarga.

“A saúde das baterias dos automóveis elétricos continua sólida, mesmo utilizando-se potências cada vez maiores, o que permite carregamentos mais rápidos, e conduzindo-se estes automóveis intensivamente”, afirma Iván Lequerica, da Geotab. “O comportamento no carregamento mudou, e, agora, tem um papel muito mais importante na rapidez de degradação das baterias. E este conhecimento proporciona aos operadores a oportunidade de gerirem os riscos a longo prazo, através de estratégias inteligentes de carregamento”, concluiu.


Os dados da Geotab também mostram que a maioria das baterias dos automóveis elétricos supera as expectativas dos clientes, e os prazos habituais de propriedade e renovação de frotas, embora as taxas de degradação variem em função dos comportamentos de recarga e dos padrões de utilização.

Share212Tweet133Send

Related Posts

Audi RS 3 Competition Limited: celebrar o cinco cilindros
Destaque

Audi RS 3 Competition Limited: celebrar o cinco cilindros

A Audi Sport, divisão desportiva da marca dos quatro anéis, decidiu comemorar os 50 anos do célebre motor de cinco...

by Redação
Março 12, 2026
Lotus Eletre X: novo SUV híbrido plug-in com 952 cv no outono
Destaque

Lotus Eletre X: novo SUV híbrido plug-in com 952 cv no outono

Fundada por Colin Chapman, em 1955, a Lotus mantém a sua sede em Hethel, no Reino Unido, mas desde 2017...

by Redação
Março 10, 2026
Destaque

BYD apresenta Blade Battery 2.0 e carregamento rápido a… 1500 kW!

A BYD apresentou evoluções da Blade Battery, e da tecnologia de carregamento ultrarrápido, com potência máxima de 1500 kW. O...

by Redação
Março 10, 2026
Papa Leão XIV recebe Ford Explorer
Destaque

Papa Leão XIV recebe Ford Explorer

O Papa Leão XIV, o estado-unidense Robert Francis Prevost, recebeu uma oferta muito especial por prte da Ford: uma unidade...

by Redação
Março 10, 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Recent News

Max Verstappen revela potencial na Red Bull, mas admite: ‘não conseguimos competir agora’.

Março 12, 2026

Daniel Ricciardo revela medo de um regresso caótico às corridas após saída emocional da F1.

Março 12, 2026

Carlos Sainz emite um dramático aviso de segurança na F1: ‘grande acidente’ iminente sem ação.

Março 12, 2026

George Russell expõe equipas ‘egoístas’ que bloqueiam a mudança vital na regra da energia na Fórmula 1.

Março 12, 2026

Newsletter

  • FICHA TÉCNICA
  • ESTATUTO EDITORIAL
  • INFORMAÇÃO LEGAL
  • TERMOS E CONDIÇÕES
  • POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • Tabelas de Publicidade

© 2023 AutoGear - Todos os direitos reservados AutoGear.

No Result
View All Result
  • Novidades
  • AutoGear TV – Ensaios
  • Mobilidade Sustentável
  • Testes
  • Desporto
    • Formula 1
      • Classificações
    • Formula E
    • Circuitos
    • WRC
    • Ralis
    • TT
    • WEC
  • Português
    • Português
    • Italiano
    • Français
    • Español
    • English
    • Deutsch
    • 日本語

© 2023 AutoGear - Todos os direitos reservados AutoGear.