Calum Nicholas Desmente Rumores de Morte: “Estou Muito Vivo!”
Num surpreendente golpe do destino, o embaixador da Red Bull, Calum Nicholas, teve de afirmar publicamente a sua existência após uma publicação maliciosa no Facebook que alegava falsamente que ele tinha falecido. O ex-técnico sénior de motores, que dedicou uma década à Red Bull Racing de 2015 a 2025, viu-se no centro de um turbilhão de desinformação que causou alvoroço na comunidade do automobilismo.
Nicholas, que passou do seu papel na garagem para uma posição de embaixador na temporada passada, acordou com uma enxurrada de mensagens de fãs e colegas preocupados. O alvoroço foi desencadeado por um rumor malicioso e sem fundamento que circulava nas redes sociais, levando Nicholas a recorrer às suas próprias plataformas para esclarecer a situação.
“Deixem-me esclarecer,” afirmou Nicholas com uma mistura de humor e frustração, “estou muito vivo—pelo menos, fisicamente!” Ele até acrescentou brincando que a notícia poderia ser uma “desilusão” para alguns, revelando a sua abordagem descontraída à situação desconcertante. “Acordei esta manhã com algumas mensagens sobre uma publicação no Facebook que afirmava que eu tinha morrido. Isto é factualmente incorreto. Vou esquiar hoje, por isso ainda há esperança para vocês. Tenham um ótimo dia! Lembrem-se, não acreditem em tudo que leem na internet.”
Mas isto não é apenas um incidente trivial; reflete uma tendência mais ampla e preocupante de desinformação e assédio online dentro da comunidade da Fórmula 1. As semanas finais da temporada de 2025 trouxeram a questão para um foco agudo, depois de Andrea Kimi Antonelli, um piloto da Mercedes, ter-se encontrado no alvo de abusos online após um erro crítico durante o Grande Prémio do Qatar. O seu erro permitiu a Lando Norris capitalizar, permitindo, em última análise, que Norris roubasse o título de campeão a Max Verstappen por meros dois pontos no Grande Prémio de Abu Dhabi.
As consequências do erro de Antonelli foram severas, com o jovem piloto a enfrentar ameaças de morte e uma onda de vitriol que chocou muitos no desporto. Notavelmente, o engenheiro de corrida de Verstappen, GianPiero Lambiase, e o conselheiro da Red Bull, Helmut Marko, levantaram inicialmente suspeitas sobre o erro de Antonelli. Marko chegou mesmo a afirmar que era “tão óbvio” que Norris foi “deixado passar” pela Mercedes—comentários que suscitaram a ira do chefe da Mercedes, Toto Wolff, que condenou as observações de Marko como “sem cérebro.”
Na sequência deste caos online, outros pilotos, incluindo Oliver Bearman da Haas, condenaram o assédio que Antonelli recebeu. Bearman instou os fãs a lembrar que “as pessoas por trás do ecrã são horríveis e são a escória da terra, realmente,” enfatizando a necessidade de responsabilidade na era digital.
A saga de Calum Nicholas serve como um lembrete contundente de quão rapidamente a desinformação pode espalhar-se e o impacto devastador que pode ter sobre os indivíduos dentro do mundo desportivo. Como fãs e seguidores da Fórmula 1, é crucial abordar as notícias com ceticismo e lutar contra a cultura tóxica de abusos online—porque num desporto que prospera na precisão e no respeito, todos merecem sentir-se seguros e valorizados.








