A FIA REAGE: Acusações de ‘Trapaça’ na Controvérsia do Motor Mercedes REJEITADAS!
Num desfecho surpreendente, a FIA rejeitou categoricamente qualquer insinuação de “trapaça” relacionada com a polémica saga do motor Mercedes HPP F1 que cativou e dividiu os fãs do automobilismo. Enquanto o mundo do motorsport se preparava para uma votação eletrónica crítica do Comité Consultivo da Unidade de Potência (PUAC) com o objetivo de reformular os regulamentos técnicos que regem as relações de compressão do motor, a FIA tomou uma posição firme, insistindo que as alegações de irregularidades nunca estiveram em cima da mesa.
A tensão tem estado alta desde que a Mercedes descobriu uma brecha que lhe permitiu alcançar uma relação de compressão impressionante de 18:1—muito acima do limite de 16:1 prescrito pelos regulamentos. Esta abordagem controversa explora uma disposição que apenas mede o desempenho do motor a temperaturas ambiente, permitindo efetivamente que a Mercedes opere fora dos limites pretendidos das regras quando o motor está quente.
Com pesos pesados como Ferrari, Audi, Honda e Red Bull Powertrains a unirem-se para alterar as regras, os riscos são maiores do que nunca. Esta alteração proposta é apenas metade da equação necessária para garantir uma supermaioria no PUAC para uma mudança nas regras. A aprovação tanto da FIA como da Formula One Management (FOM) é essencial para que quaisquer novos regulamentos entrem em vigor.
Nikolas Tombazis, o director técnico de monolugares da FIA, elucidou a situação, enfatizando que as alegações de trapaça nunca foram um ponto de discórdia nas discussões. “Houve muita emoção sobre o tema, mas acho que nunca foi a posição da FIA que alguém está a fazer algo ilegal,” afirmou Tombazis, tentando acalmar a tempestade de especulações que rodeia a questão.
A complexidade dos regulamentos, segundo Tombazis, levou a mal-entendidos sobre as verdadeiras intenções por trás das regras estabelecidas em 2022. “Existem muitas nuances ao discutir tal assunto,” explicou. “Tornou-se óbvio que, no que estava escrito nos regulamentos, poderiam haver formas de uma equipa ter uma proporção mais elevada.”
À medida que a FIA navega por este panorama turbulento, Tombazis reconheceu que com a introdução de novos regulamentos, podem surgir áreas para inovação que contornam o espírito pretendido das regras. “Precisamos de ser equitativos, e não queremos sufocar a inovação,” afirmou, enquanto pedia uma abordagem equilibrada em meio a uma série de reações emocionais de equipas e fãs.
Enquanto a FIA se esforça para encontrar uma resolução, é claro que a saga dos motores capturou a imaginação da comunidade do automobilismo. Mas será que realmente justifica o nível de frenesi que tem incitado durante meses? Tombazis não pensa que sim. “Francamente, não,” comentou, sugerindo que é tempo de ultrapassar o drama e focar na busca de uma solução.
À medida que a contagem decrescente para a votação eletrónica crucial avança, o mundo do automobilismo observa com expectativa. A FIA conseguirá encerrar este capítulo? Ou a saga do motor Mercedes continuará a alimentar o fogo da controvérsia? Uma coisa é certa: os olhos do mundo das corridas permanecerão fixos nesta história em desenvolvimento.








