A Singer, empesa sedeada na Califórnia, especializada na modernização, na preparação, e no restauro, dos Porsche 911 da geração 964 (produzida de 1989 a 1994), é protagonista importante da edição de 2026 do Festival de Velocidade de Goodwood, que terá lugar de 9 a 12 de julho. Criada em 2009, por Rob Dickinson, a Singer foi capaz de conquistar um lugar especial entre os adeptos do desportivo de referência, ganhando notoriedade pela forma como é capaz de reinventar o Porsche 911, atualizando os 964 a pedido dos clientes.
Este ano, o protagonismo crescente da Singer na área do restomod (conceito que associa a modificação/preparação ao restauro) encontra-se expresso na escultura montada, anualmente, à frente da Mansão de Goodwoord, no Festival de Velocidade. Estas esculturas, tão inovadoras quanto ousadas, do Festival de Velocidade de Goodowood são criadas por Gerry Judah, de 74 anos. E, para a instalação de 2026, este artista plástico britânico de origem indiana inspirou-se no impacto da Singer entre os fãs de automóveis, nomeadamente do ícone da Porsche.
O 911 há muito que é reconhecido pela forma como combina design intemporal com tecnologia de ponta. E as unidades do modelo assinadas pela empresa californiana diferenciam-se, ainda, pela qualidade dos materiais, pela perfeição de todos os detalhes, e pelo trabalho artesanal. Em Goodwood-2026, a Singer também contará com área uma de exposição no paddock, e competirá na rampa realizada durante o evento.








