O Pesadelo dos Testes de Pré-Temporada da Aston Martin: Os Problemas de Fiabilidade da Honda Deixam a Equipa em Crise!
Num surpreendente espetáculo de turbulência, a Aston Martin concluiu o segundo teste de pré-temporada em Barém para a temporada de Fórmula 1 de 2026 sob uma nuvem de desespero, lutando com graves problemas de fiabilidade resultantes da sua nova unidade de potência Honda. O AMR26, que era esperado como um candidato, enfrentou um retrocesso catastrófico à medida que o tempo de pista da equipa diminuía para um mínimo alarmante.
No último dia de testes, Lance Stroll conseguiu apenas seis voltas, sem conseguir registar tempos competitivos. Para piorar a situação, a Aston Martin foi forçada a arrumar e deixar a pista quase duas horas e meia mais cedo devido a uma escassez crítica de componentes do sistema híbrido. Este revés não é surpreendente, uma vez que a equipa baseada em Silverstone já tinha entrado na fase de testes em desvantagem, tendo conseguido apenas completar um shakedown em Barcelona no penúltimo dia da sessão anterior.
As dificuldades intensificaram-se quando uma falha relacionada com a bateria forçou o veterano piloto Fernando Alonso a abandonar a pista apenas um dia antes, levando a Honda a realizar testes de bancada urgentes no seu centro técnico em Sakura antes de permitir que a equipa voltasse ao asfalto. Com uma grave escassez de peças da unidade de potência, a Aston Martin ficou sem escolha a não ser rever drasticamente o seu calendário de testes, que foi reduzido a saídas breves e fortemente restritas.
Mike Krack, o diretor de pista da equipa, reconheceu francamente a grave situação, afirmando que a Aston Martin está a entrar na temporada “com desvantagem.” Com as tarefas essenciais de testes de inverno por concluir, a equipa enfrenta uma batalha difícil para recuperar a sua vantagem competitiva.
Lance Stroll não poupou palavras, descrevendo a experiência no Bahrein como “desafiante” e admitindo que o carro está longe do nível de performance desejado. Enfatizando a necessidade de unidade, o piloto canadiano sublinhou a importância do esforço coletivo para “enfrentar o desafio” e desbloquear o potencial do seu ambicioso projeto.
Apesar de entrar na temporada com deficiências evidentes em potência, fiabilidade e compreensão do chassis, tanto a Aston Martin como a Honda mantêm-se firmes no seu compromisso de encontrar soluções. Eles lembram os fãs e críticos que o carro e o pacote técnico ainda têm um espaço significativo para desenvolvimento ao longo do longo campeonato que se avizinha.
Com a temporada de 2026 à vista, o tempo está a passar para a Aston Martin. Conseguirão eles ressurgir das cinzas deste desastre na pré-temporada, ou será este o início de uma longa e árdua batalha pela redenção? Fiquem atentos enquanto o drama se desenrola!








