Controvérsia na F1: Zak Brown Critica Políticos Australianos por 'Ridículas' Alegações de Viés Contra Oscar Piastri!
Num desfecho explosivo, o CEO da McLaren, Zak Brown, lançou uma feroz resposta contra os políticos australianos que fizeram alegações sensacionalistas de viés contra a estrela em ascensão da F1, Oscar Piastri. O descontentamento em torno da performance de Piastri durante a emocionante temporada de 2025 gerou debates acalorados até mesmo nas sagradas salas do Parlamento, para desagrado do chefe da McLaren.
Durante a temporada de 2025, a McLaren alcançou a glória, conquistando tanto os títulos de pilotos como de construtores pela primeira vez desde o final dos anos 90, com Lando Norris a emergir como o primeiro campeão mundial da equipa desde o lendário Lewis Hamilton em 2008. No entanto, a controvérsia fervilhava à medida que Piastri, que outrora deteve uma impressionante vantagem de 34 pontos após uma vitória surpreendente no Grande Prémio da Holanda, viu a sua temporada desmoronar com apenas três pódios nas últimas nove corridas. No final, ele terminou em terceiro na classificação do campeonato, atrás do dominante Max Verstappen da Red Bull, enquanto Norris desfrutava da glória do seu campeonato inaugural.
A narrativa na Austrália mudou dramaticamente à medida que os rumores sobre o alegado favoritismo da McLaren em relação a Norris se intensificaram, levando um político a questionar a integridade da equipa no Parlamento. Esta investigação sugeriu que Piastri estava a ser tratado de forma injusta e que as decisões da McLaren estavam a custar-lhe uma oportunidade no campeonato. Outro político ecoou estes sentimentos, lamentando que Piastri tinha “definitivamente recebido algumas decisões injustas.”
Em uma resposta ousada a essas alegações infundadas, Brown expressou a sua frustração, chamando as afirmações de “muito desinformadas” e uma demonstração de “ridículo” mal-entendido em relação à ética operacional da McLaren. Ele enfatizou que a equipa adere a uma política rigorosa de “total justiça desportiva”, garantindo que cada piloto receba um tratamento equitativo.
Quando questionado sobre a possível reação negativa dos fãs australianos no próximo Grande Prémio de abertura da temporada, Brown comentou: “Os fãs – independentemente da sua nacionalidade – têm opiniões diversas no desporto. É desanimador quando certos indivíduos fazem declarações desinformadas. Mas acredito firmemente que Oscar sabe que está a ser tratado de forma justa. No automobilismo, às vezes ganha-se, às vezes perde-se.”
Brown foi rápido a apontar as circunstâncias infelizes que afetaram tanto Piastri como Norris, referindo-se aos pontos significativos perdidos durante corridas cruciais, como a que ocorreu na Holanda. Ele reiterou a importância de se manter focado no desporto, enquanto desconsiderava a retórica desinformada de quem parece estar desconectado das complexidades da Fórmula 1.
Num giro intrigante, o próprio Piastri comentou sobre a atenção inesperada que recebeu do Parlamento Australiano, notando que foi “bastante impressionante”, apesar das circunstâncias. Ele expressou gratidão pelo apoio do seu país natal, revelando: “É bastante fixe ver o meu nome no Parlamento, independentemente do motivo pelo qual lá estava. Isso significa o forte apoio que tenho em casa.”
À medida que o drama se desenrola, uma coisa é clara: o mundo da Fórmula 1 não se resume apenas a corridas; é também sobre navegar nas águas traiçoeiras da política e da percepção pública. Com as emoções à flor da pele e o Grande Prémio da Austrália à porta, fãs e intervenientes estarão a observar de perto como esta saga se desenvolve. Será que o compromisso da McLaren com a justiça prevalecerá, ou o clamor por justiça para Piastri se tornará mais forte? Só o tempo dirá neste mundo de alta octanagem do desporto motorizado.








