Franco Colapinto Abre-se Sobre a Sua Tempestuosa Temporada de 2025: Um Ano de Frustração e Lições Aprendidas
Num surpreendente desabafo que enviou ondas de choque pela comunidade da Fórmula 1, a estrela em ascensão Franco Colapinto revelou a dura realidade da sua primeira temporada a tempo inteiro com a Alpine. O argentino de 22 anos, que foi lançado novamente para os holofotes após a sua inesperada saída da Williams, enfrentou um ano repleto de desafios que o deixaram a sentir-se completamente incapaz de alcançar a velocidade e o sucesso que outrora o caracterizavam.
A saga de Franco começou quando a Alpine lhe lançou uma tábua de salvação, atribuindo-lhe um papel de reserva após a equipa optar por não reter Jack Doohan como o seu piloto principal. A promessa inicial de Doohan rapidamente se desvaneceu, e após apenas seis corridas, a Alpine tomou a ousada decisão de o substituir por Colapinto. Apesar de um histórico promissor da sua temporada anterior com a Williams, a realidade de competir pela Alpine em 2025 revelou-se um brutal despertar para Colapinto.
“Este ano foi um ano muito longo,” confessou Colapinto durante uma entrevista à Rolling Stone Argentina. As suas palavras ecoam os sentimentos de muitos dentro da equipa, uma vez que a Alpine reconheceu abertamente que a temporada de 2025 não estava destinada ao sucesso. Com a equipa a abandonar cedo o seu carro de 2025 em favor do desenvolvimento do seu desafiante de 2026, o cenário estava montado para um ano tumultuoso repleto de contratempos.
A performance de Colapinto, marcada por uma estatística infeliz—sendo um dos únicos pilotos, ao lado de Doohan, a terminar a temporada sem um único ponto—fala volumes sobre as dificuldades que enfrentou. “Nunca tive um ano em que dissesse, ‘não consigo ganhar, não consigo chegar ao pódio, não consigo lutar por uma posição,’” lamentou. Para um atleta movido pela competição, tal realização é nada menos que devastadora.
O jovem piloto descreveu a sua temporada como uma “curva de aprendizagem súbita,” onde lutou não apenas com o desempenho, mas também com a gestão emocional em meio à adversidade. “Foi um ano difícil para todos,” refletiu, enfatizando os desafios coletivos enfrentados pela equipa. A realidade de lutar por pontos, que para eles significava simplesmente ganhar um único ponto, acrescentou uma camada extra de frustração a uma campanha já difícil.
Olhando para o futuro, tanto Colapinto como a Alpine encontram-se num momento crucial, à medida que novas regulamentações se aproximam no horizonte, prometendo remodelar o panorama competitivo da Fórmula 1. Esta mudança poderá proporcionar um recomeço muito necessário para ambas as partes, permitindo-lhes redefinir as suas estratégias e ambições para o futuro.
Num desporto onde cada fração de segundo conta, a experiência de Colapinto serve como um lembrete claro da natureza imprevisível das corridas. À medida que se prepara para um novo capítulo, fãs e analistas estarão a observar atentamente para ver se este talentoso piloto consegue virar a página de um ano desafiador e emergir mais forte diante da adversidade. A questão permanece: conseguirá Franco Colapinto recuperar o seu lugar entre os elites na próxima temporada? Só o tempo dirá, mas uma coisa é certa—este jovem piloto ainda não está pronto para desistir.








