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Bug no software da FIA causou caos na primeira corrida molhada de F1 em 2026

Publicado a 4 de Outubro de 2026, 17h07  ·  Atualizado a 4 de Outubro de 2026, 19h23  ·  2 min de leitura

O essencial

  • Max Verstappen e Lewis Hamilton enfrentaram problemas de potência durante as voltas de formação no circuito de Sepang, na Malásia.
  • A direcção de corrida interrompeu a corrida com bandeira vermelha devido a falhas que afectaram vários carros.
  • A FIA anunciou investigação sobre a falha de software que gerou a falta de potência nos monolugares.

O início da primeira corrida sob chuva da temporada de 2026 da Fórmula 1 transformou-se num verdadeiro caos. Max Verstappen, que liderava a prova, foi o primeiro a enfrentar problemas de potência enquanto circulava lentamente durante as voltas de formação atrás do carro de segurança. Lewis Hamilton também ficou imobilizado, e vários outros carros seguiram o seu exemplo.

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A direcção de corrida não teve outra opção senão interromper a corrida com uma bandeira vermelha. O incidente gerou uma série de confusões e preocupações entre as equipas e os pilotos, uma vez que a situação afetou o andamento da corrida e colocou em causa a segurança dos concorrentes. Os mecânicos e engenheiros rapidamente começaram a investigar o que teria causado esta falha no sistema, que afectou os carros durante um momento crítico da prova.

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O evento ocorreu no circuito de Sepang, na Malásia, e foi um marco significativo na temporada, uma vez que a chuva já havia elevado a intensidade da competição. A interrupção da corrida não só atraiu a atenção dos espectadores, como também acentuou a rivalidade entre os pilotos, especialmente entre Verstappen e Hamilton, que lutam pelo título.

Após a bandeira vermelha, a FIA anunciou que estava a investigar a situação, procurando respostas para a falha do software que aparentemente gerou a falta de potência nos monolugares. O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, referiu que a organização estava a trabalhar para compreender as causas do problema e garantir que situações semelhantes não se repetissem no futuro.

Com a corrida ainda em suspenso, as equipas prepararam-se para o reinício, sabendo que cada decisão poderia alterar o rumo do campeonato. Esta interrupção não só trouxe à tona questões de segurança e fiabilidade dos carros, como também colocou em destaque a necessidade de uma revisão dos sistemas de software utilizados na Fórmula 1.

À medida que a situação se desenvolvia, a expectativa em torno do que se seguiria na corrida aumentava. As consequências desta falha de software poderiam ter um impacto significativo nas classificações do campeonato, fazendo com que cada volta contasse ainda mais. O reinício da corrida prometia ser intenso, com todos os pilotos prontos para aproveitar qualquer oportunidade que surgisse.

Redação

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Assinatura colectiva da redação do AutoGear. Assina os textos dos colaboradores da casa, Pedro Albuquerque, Diogo Mota e Vasco Santos, e o acompanhamento diário do desporto motorizado e do mercado automóvel, produzido com apoio de ferramentas automáticas.

A revisão do desporto motorizado é assinada por Diogo Soure, jornalista com longo percurso em televisão e passagem pela SIC, onde foi um dos responsáveis pelo programa Volante. A responsabilidade editorial das restantes áreas é de Ricardo Marques Carvalho, jornalista de automóveis e membro português do júri do International Truck of the Year.

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